adblock ativo

Juliana Paes, Murilo Rosa e Luís Fabiano perdem mais de R$ 1 milhão em golpe

Publicado quinta-feira, 19 de agosto de 2021 às 13:07 h | Atualizado em 19/08/2021, 13:11 | Autor: Da redação
De acordo com a denúncia do MP, “o golpe era aplicado na forma de pirâmide contra vítimas certas e determinadas”.| Foto: Reprodução | Redes Sociais
De acordo com a denúncia do MP, “o golpe era aplicado na forma de pirâmide contra vítimas certas e determinadas”.| Foto: Reprodução | Redes Sociais -
adblock ativo

O esquema de pirâmide financeira faturou mais de R$ 1 milhão entre famosos. Dessa vez, foram vítimas do golpe a atriz Juliana Paes, o ator Murilo Rosa e o jogador Luís Fabiano. A polícia de São Paulo está investigando o crime. As informações foram publicadas pela colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia.

Após assinar contrato com a empresa chamada F2S Intermed de Negócios, Juliana Paes teria depositado R$ 500 mil e foi surpreendida com o desaparecimento da quantia e do homem que se passava por dono da firma.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, o ator Murilo Rosa também sofreu uma perda significativa, no valor de R$ 460 mil. Outro enganado no esquema é o jogador Luís Fabiano, com a perda no valor de R$ 280 mil. Já o gestor de investimentos da atriz teria perdido R$ 84 mil.

Segundo a colunista, Juliana não chegou a tratar diretamente com o suposto golpista. O seu consultor financeiro de sua confiança, também vítima do golpe, intermediou a negociação que teria ocorrido em maio de 2018. A proposta tinha como objetivo investir o dinheiro para compras de carros a serem revendidos, rendendo de 4% a 8%, o que nunca aconteceu.

O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de três homens, sendo um deles o dono da F2S, e de uma mulher, que seria sua esposa, no mês de maio deste ano. Segundo as informações do MP, a mulher recebia, por meio de uma conta bancária pessoal, os altos valores que as vítimas depositavam na conta bancária da F2S.

Ainda de acordo com a denúncia do MP, “o golpe era aplicado na forma de pirâmide contra vítimas certas e determinadas”. A quebra de sigilo bancário na apuração revelou que entre os meses de maio e julho de 2018 houve uma movimentação de quase R$ 6 milhões. A denúncia foi aceita pela Justiça, tornando todos os suspeitos réus no processo, mas o pedido de prisão foi rejeitado.

adblock ativo

Publicações relacionadas