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EUA revela número de soldados envolvidos na captura de Maduro; confira

Forças Armadas norte-americanas invadiram o centro de Caracas em busca do líder venezuelano

Gustavo Nascimento
Por
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ao lado do secretário de Guerra Pete Hegseth
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ao lado do secretário de Guerra Pete Hegseth -

O Pentágono informou nesta segunda-feira, 5, que a operação de captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, envolveu cerca de 200 militares. No último sábado, 3, soldados norte-americanos invadiram o centro de Caracas em busca do líder venezuelano, levado posteriormente aos Estados Unidos com sua esposa, Cilia Flores.

“Quase 200 dos nossos mais corajosos americanos foram ao centro de Caracas e detiveram um indivíduo indiciado e procurado pela Justiça americana, em apoio às forças da lei, sem que nenhum americano fosse morto”, declarou Pete Hegseth, secretário de Guerra dos EUA.

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Em tom provocativo, Hegseth também ironizou o suposto sistema de defesa venezuelano. “Parece que as defesas aéreas russas não funcionaram tão bem, não é mesmo?”, disse ele ao relatar que a operação - realizada na capital venezuelana - ocorreu sem resistência.

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De acordo com o chefe do Pentágono, a missão ocorreu sem baixas entre os militares americanos. Ainda não há confirmação oficial sobre o número de feridos do lado americano.

Enquanto isso, Cuba afirma que 32 agentes especiais enviados para proteger o presidente venezuelano foram mortos “a sangue-frio” durante o ataque.

"Como resultado do ataque criminoso perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a irmã República Bolivariana da Venezuela, (…) perderam a vida em ações combativas 32 cubanos, que cumpriam missões em representação das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido de órgãos homólogos do país sul-americano", afirmou o governo do presidente Miguel Díaz-Canel, segundo o veículo oficial Cubadebate.

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