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Irã começa a instalar minas no Estreito de Ormuz e eleva tensão com os EUA

Presidente Donald Trump exigiu a remoção imediata dos explosivos, alertando sobre consequências militares.

Luan Julião

Por Luan Julião

10/03/2026 - 18:31 h

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Estreito de Ormuz, passagem por onde circula um quinto de todo o petróleo bruto do mundo
Estreito de Ormuz, passagem por onde circula um quinto de todo o petróleo bruto do mundo -

Relatórios da inteligência dos Estados Unidos apontam que o Irã começou a posicionar minas no Estreito de Ormuz, passagem estratégica por onde circula aproximadamente um quinto de todo o petróleo bruto transportado no mundo. A informação foi revelada por duas pessoas que tiveram acesso às análises produzidas pelos órgãos de segurança americanos.

De acordo com essas fontes, a movimentação ainda é limitada. Nas últimas semanas, apenas algumas dezenas de minas teriam sido instaladas na região. Apesar disso, o país mantém grande parte de sua frota preparada para ampliar rapidamente a operação. Entre 80% e 90% das pequenas embarcações e navios capazes de lançar minas permanecem disponíveis, o que permitiria a colocação de centenas de artefatos na hidrovia.

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A resposta de Washington veio em tom de alerta. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os explosivos precisam ser retirados imediatamente caso a instalação seja confirmada. Em mensagem publicada na rede social Truth Social, ele declarou que, se as minas permanecerem no local, o Irã poderá enfrentar “consequências militares de magnitude sem precedentes”.


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A situação no estreito também envolve a atuação da Guarda Revolucionária Islâmica, que, segundo a emissora CNN, passou a exercer controle efetivo da região ao lado da marinha convencional iraniana. O grupo teria capacidade para mobilizar uma rede de embarcações espalhadas pelo canal, além de utilizar barcos carregados de explosivos e sistemas de mísseis instalados em terra.

A Guarda Revolucionária já havia advertido que embarcações que tentassem cruzar o estreito poderiam ser alvo de ataques. Desde o início da guerra, a travessia no local se tornou extremamente arriscada, sendo descrita como um “vale da morte”.

Mesmo diante da tensão, autoridades americanas disseram que a Marinha dos Estados Unidos não escoltou navios pela área até o momento. Ainda assim, na segunda-feira, 9, Trump afirmou que seu governo avalia alternativas para garantir a passagem segura de embarcações pela rota marítima.

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