SAUDADE ETERNA
Gilberto Gil se emociona em missa especial de Preta Gil
Missa marca seis meses da morte da cantora

Por Redação

Familiares, amigos e fãs da cantora Preta Gil participaram, nesta terça-feira, 20, da missa que marcou seis meses da morte da artista, realizada no Santuário Santa Dulce dos Pobres, em Salvador. A cerimônia foi presidida pelo capelão das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), Frei Mário Erky.
Preta Gil morreu em 20 de julho de 2025, aos 50 anos, em decorrência de complicações de um câncer. Estiveram presentes o pai da artista, Gilberto Gil e a sua esposa, Flora Gil.
Ao falar sobre o legado deixado por Preta, Gilberto Gil destacou que a continuidade desse trabalho se manifesta nas atitudes de quem foi tocado por ela. “É tudo o que ela deu, tudo o que ela fez, tudo o que ela desejou e almejou para a vida de todos, mas, principalmente, é o que cada um faz da própria vida. Preta continua fazendo aqui na Terra esse trabalho de amor e solidariedade. Esse era o espírito de vida profundo que ela tinha”.
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Exemplo e devoção
Devota de Santa Dulce dos Pobres, Preta Gil manteve, ao longo dos últimos anos, uma relação próxima com as Obras Sociais Irmã Dulce (OSID). A cantora promoveu ações solidárias em apoio à instituição, entre elas dois bazares beneficentes que arrecadaram cerca de R$ 21 mil, destinados à compra de medicamentos e materiais hospitalares.
Outra iniciativa foi a realização de uma live musical beneficente, que arrecadou aproximadamente R$ 11,5 mil. Os recursos foram direcionados ao projeto do Hospital de Olhos da OSID, unidade que está em fase de construção.
Ao relembrar a relação de Preta Gil com as Obras Sociais Irmã Dulce, Maria Rita Pontes, superintendente da OSID, destacou a presença constante e o vínculo de fé que se fortaleceu ao longo dos anos.
“Nós ficamos muito felizes em ter Preta tão presente aqui na nossa vida ao longo dos últimos anos. Ela estava sempre conosco como uma verdadeira embaixadora das obras. Esse contato começou por meio do nosso amigo Paulo Gustavo, que também se encantou por Irmã Dulce. Mesmo ao longo do seu problema de saúde, esteve muito próxima da gente. Tinha muita fé em Santa Dulce, que ela chamava de ‘minha santinha”.
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