OPERAÇÃO LIGHTHOUSE
Grupo suspeito de extorquir turistas no Farol da Barra é alvo de operação
Seis suspeitos foram presos durante a ação


Um grupo investigado pela comercialização de drogas e pela prática de extorsão contra turistas na região do Farol da Barra, em Salvador, é alvo da Operação Lighthouse, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia nesta quarta-feira, 2.
A ação cumpre mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em Salvador e no município de Valença. Segundo as investigações, os suspeitos tinham como foco turistas que frequentavam a região do Farol da Barra.
As apurações começaram após a prisão em flagrante de dois suspeitos, em abril deste ano. Na ocasião, foram apreendidos mais de 2,5 quilos de entorpecentes, uma arma de fogo, munições, balanças de precisão e materiais utilizados para o fracionamento e acondicionamento das drogas.
Com o avanço das investigações, a Polícia Civil identificou indícios de uma estrutura organizada, com divisão de tarefas entre os integrantes. O grupo teria participação de diferentes pessoas nas etapas de abastecimento, distribuição das drogas e controle financeiro da atividade criminosa.
Seis foram presos
De acordo com a Polícia Civil, seis suspeitos foram presos durante a operação. Na ação, foram apreendidas duas pistolas, um simulacro de arma de fogo, um documento com indícios de falsificação, celulares e uma caneta emagrecedora sem documentação de origem.
As prisões ocorreram nos bairros de Nazaré e Jardim Armação, em Salvador, em Buraquinho, em Lauro de Freitas, e no município de Valença. Segundo as investigações.
As apurações apontam que os suspeitos abordavam os turistas de forma intimidatória, entre a sinaleira e o Farol da Barra, e ofereciam entorpecentes, praticando extorsão durante as negociações ilícitas.
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Investigação
Coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), a Operação Lighthouse tem como objetivo desarticular o grupo investigado por crimes contra o patrimônio, associação para o tráfico, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
A operação conta ainda com o apoio do Departamento de Polícia do Interior (DEPIN) e da Coordenação de Operações Especiais (CORE).


