CUIDADO
Matrículas e compras online abrem brecha para golpes digitais; entenda
Criminosos costumam fazer vítimas através de links falsos, mensagens fraudulentas e páginas clonadas

Com maior movimentação financeira, devido às matrículas escolares, aumento das compras online, pagamento de taxas e busca por promoções, o início do ano favorece o aumento de golpes digitais. Criminosos costumam fazer vítimas através de links falsos, mensagens fraudulentas e páginas clonadas.
De acordo com a especialista em Tecnologia da Informação e professora do curso de Tecnologia da Estácio, Patrícia Nogueira, os criminosos se aproveitam do volume de transações e da pressa das pessoas para aplicar fraudes.
“Golpes envolvendo promoções falsas, boletos adulterados, links de pagamento e mensagens que simulam instituições conhecidas são comuns nesse período. Muitas vezes, a vítima só percebe o problema após fornecer dados pessoais ou financeiros”, explica.
Entre os golpes mais recorrentes estão:
- Phishing: usuário recebe e-mails, mensagens ou links que imitam empresas, bancos ou instituições de ensino;
- Falsas promoções em redes sociais e aplicativos de mensagem;
- Páginas clonadas usadas para capturar senhas e informações bancárias.
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Como reduzir os riscos?
De acordo com a especialista, as principais recomendações para evitar cair em golpes são:
- Desconfiar de ofertas muito vantajosas;
- Verificar o endereço eletrônico dos sites;
- Evitar clicar em links enviados por desconhecidos;
- Nunca compartilhar senhas ou códigos recebidos por mensagem.
“Instituições sérias não solicitam dados sensíveis por e-mail ou aplicativos de conversa. Em caso de dúvida, o ideal é acessar o site oficial digitando o endereço diretamente no navegador”, orienta.
Segundo Patrícia Nogueira, no ambiente acadêmico, a atenção deve ser redobrada, pois estudantes e responsáveis precisam conferir informações sobre matrículas, mensalidades e inscrições diretamente nos canais oficiais.
Caí no golpe! E agora?
Caso alguém perceba que caiu em um golpe, a orientação é registrar ocorrência, entrar em contato imediato com a instituição financeira e alterar senhas comprometidas.
“Agir rapidamente pode minimizar prejuízos e evitar novos danos”, conclui a especialista.
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