POLÍTICA
Aliada pede domiciliar a Bolsonaro: “Era atleta antes da facada”
Deputada federal esteve em hospital onde ex-presidente foi levado, nesta quarta-feira, 7

Por Yuri Abreu

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF), aliada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) citou o histórico de atleta do liberal antes da facada, em 2018, para pedir que ele cumpra prisão domiciliar ao invés do regime fechado, na sede da Polícia Federal (PF), em Brasília.
Na manhã desta quarta-feira, 7, a parlamentar esteve em frente ao hospital DF Star, em Brasília, para onde Jair Bolsonaro foi levado para realizar exames, após autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes — na terça-feira, 6, o ex-mandatário bateu a cabeça em um móvel ao lado da cama e sofreu um traumatismo craniano.
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Em conversa com a imprensa, Bia Kicis alegou razões humanitárias para que o ex-presidente cumpra a pena em regime domiciliar.
Segundo a deputada, apesar de não estar em uma cela convencional, a situação atual do ex-presidente na PF ainda representa uma forma de restrição severa.
Bolsonaro precisa ir pra casa
“Ele era um atleta antes dessa facada, então ele já está pagando um preço muito alto. Que a Michelle possa cuidar dele, seus filhos possam cuidar dele, junto com pessoas que não vão permitir que ele tenha novos problemas que possam até vir a ser fatais”, acrescentou.
Moraes atende apelo de Michelle e decide beneficiar Bolsonaro
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou o deslocamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao hospital particular DF Star, em Brasília, para a realização de exames médicos após uma queda sofrida na cela. A decisão atende a um pedido da defesa e foi assinada nesta quarta-feira, 7.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, em regime inicial fechado, por tentativa de golpe de Estado. Por estar preso, qualquer deslocamento externo depende de autorização judicial, inclusive para atendimento de saúde.
No dia da queda, ocorrida na terça-feira, 3, Moraes havia negado o primeiro pedido da defesa para a realização de exames fora do sistema penitenciário por entender que não havia indicação de necessidade naquele momento.
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