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ALIADO DE LULA, KLEBER E TÂMARA

Boulos quer vitória de Lula no 1º turno: "Bolsonaro não cresce"

No entanto, pré-candidato a deputado em São Paulo disse no Isso É Bahia que quer evitar clima de "já ganhou"

Lucas Franco
Por Lucas Franco
| Atualizada em

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"É natural ter divergências, mas ter divergências não impede de estarmos juntos”, disse Boulos, ao ser perguntado sobre divergências dentro da esquerda
"É natural ter divergências, mas ter divergências não impede de estarmos juntos”, disse Boulos, ao ser perguntado sobre divergências dentro da esquerda - Foto: Heuler Andrey | AFP

Pré-candidato a deputado federal em São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) se disse otimista com o desempenho dos seus aliados nestas eleições. Com sua legenda unida à Rede em uma federação e aliada da chapa de Lula (PT), Boulos disse não acreditar que o principal oponente do petista no pleito, Jair Bolsonaro (PL), possa crescer.

“Eu não vejo perspectiva de crescimento para a candidatura de Bolsonaro. Não há perspectiva de melhora, por isso ele está desesperado, criando factoide”, disse o psolista, em entrevista ao Isso É Bahia, da rádio A TARDE FM (103.9), nesta quarta-feira, 8. No entanto, Boulos disse ser importante evitar o clima de "já ganhou" e citou a possibilidade de difusão de fake news como ferramenta do adversário.

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Perguntado sobre divergências dentro da esquerda, o psolista afirmou enxergar que a esquerda está unida em torno da pré-candidatura de Lula. “É natural ter divergências, mas ter divergências não impede de estarmos juntos”, pontuou.

No entanto, para o pré-candidato paulista à Câmara dos Deputados, um eventual governo Lula, a partir do ano que vem, deve ter como prioridades a revogação do que ele chamou de retrocessos que pioraram a vida do povo brasileiro, como o teto de gastos e a reforma trabalhista; o lançamento de um plano de investimento público para retomar por exemplo empregos e moradia popular; e a recuperação do que ele chamou de soberania de políticas, dando como exemplo uma política de preços dos combustíveis e alimentos que seja menos vulnerável ao mercado cambial. “O produto que mais subiu foi o óleo de soja, e somos grandes produtores de soja”, disse.

Guilherme Boulos disse na entrevista que tem viajado por todo o país e acompanhado de perto algumas pré-candidaturas de seus correligionários, a exemplo de Kleber Rosa e Tâmara Azevedo, ao Governo do Estado e Senado na Bahia, respectivamente. “Nossa meta [do PSOL] em 2022 é ter uma boa votação nas chapas majoritárias, com Kleber Rosa e Tâmara Azevedo. Temos todas as condições de elegermos deputados [federais], e ampliarmos nosso número na Assembleia Legislativa [da Bahia]”, acredita.

Para ter mais possibilidades de acompanhar outras pré-candidaturas de perto, Boulos retirou sua pré-candidatura ao Governo de São Paulo. “Precisamos mudar a cara do congresso brasileiro. Por isso lancei minha pré-candidatura [a deputado federal], para ajudar a levar mais gente”. Outro motivo apontado pelo psolista para retirar sua pré-candidatura a governador foi, segundo ele, garantir unidade no pleito ao executivo estadual. “Tínhamos três pré-candidaturas progressistas. Precisamos de unidade para tirar o PSDB, que governa há 28 anos”.

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