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Entenda o tratamento elétrico no cérebro pedido por Bolsonaro

Defesa solicitou ao STF que ex-presidente receba procedimento na cadeia

Ane Catarine
Por
Ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro
Ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro -

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorização para que ele receba no 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal, mais conhecido como Papudinha, tratamento por Estímulo Elétrico Craniano.

Trata-se de um procedimento terapêutico não invasivo que aplica correntes elétricas de baixa intensidade no cérebro por meio de eletrodos posicionados nos lóbulos das orelhas. As sessões costumam durar entre 50 minutos e uma hora, com o paciente em repouso consciente.

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A técnica busca modular a atividade neurofisiológica central e vem sendo estudada como alternativa para quadros como ansiedade, depressão e distúrbios do sono.

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Bolsonaro já respondeu bem ao procedimento

No pedido enviado a Moraes na última quinta-feira, 19, a defesa informa que Bolsonaro já foi submetido ao procedimento durante uma internação ocorrida no fim de abril de 2025, sob orientação do psicólogo e neurocientista Ricardo Caiado.

Os advogados relatam que, nos primeiros oito dias de aplicação, houve melhora no sono, nos quadros de ansiedade e depressão e nos episódios de soluços, sintoma que já havia sido comunicado ao Supremo e que vem sendo tratado com medicação que atua no sistema nervoso central.

De acordo com a petição, durante o período de internação, os soluços chegaram a cessar.

“O tratamento prolongado, portanto, pode trazer significativa melhora para o quadro médico de multimorbidade já descrito e comprovado nos presentes autos”, argumenta a defesa.

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Tags

Alexandre de Moraes Jair Bolsonaro papudinha supremo tribunal federal Tratamento neurológico

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