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EUA confirmam morte de três soldados em operação contra o Irã

Cinco militares ficaram gravemente feridos, e outros sofreram ferimentos leves durante a ofensiva

Luan Julião
Por
Pentágono dos EUA
Pentágono dos EUA -

O Pentágono informou neste domingo, 1º, que três militares americanos perderam a vida e cinco ficaram gravemente feridos durante a operação no Irã.

"Vários outros sofreram ferimentos leves por estilhaços e concussões e estão em processo de retorno ao serviço. As principais operações de combate continuam e nossos esforços de resposta estão em andamento", publicou a central de comando americana no X.

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"A situação é instável, portanto, por respeito às famílias, não divulgaremos informações adicionais, incluindo a identidade de nossos guerreiros falecidos, até 24 horas após a notificação dos familiares".

O ataque conjunto das forças armadas dos EUA e de Israel aconteceu no sábado (28), em meio a semanas de crescente tensão entre os países. Como consequência das ofensivas, o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, e outros chefes militares foram mortos. Em retaliação, o Irã lançou ataques contra bases americanas e alvos israelenses no Oriente Médio. Até o momento desta publicação, não há confirmação sobre quais bases dos EUA foram atingidas nem a extensão dos danos.

Chefes militares do Irã mortos em bombardeios

De acordo com a mídia estatal iraniana, os bombardeios realizados pelos Estados Unidos e Israel resultaram na morte dos principais líderes militares do país neste domingo, 1º.

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Horas antes, no sábado à noite, no horário de Brasília, o Irã e sua mídia estatal confirmaram a morte do aiatolá Ali Khamenei, que liderava o país. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia anunciado mais cedo que "o líder supremo do Irã foi morto durante um bombardeio".

Khamenei, que governou o país por quase quatro décadas, teve sua morte inicialmente confirmada pela agência estatal Fars em seu perfil no Telegram. "O líder supremo da Revolução foi martirizado", dizia a publicação.

O gabinete do governo iraniano, presidido por Masoud Pezeshkian, declarou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado geral.

"É com profundo pesar e consternação que informamos que, após o ataque brutal do governo criminoso dos Estados Unidos e do regime abjeto sionista, o modelo de fé, luta e resistência, o líder supremo da Revolução Islâmica, sua eminência o grande aiatolá Ali Khamenei, alcançou a grande graça do martírio", afirmou o comunicado.

O texto classifica o ataque como um "crime" e alerta que ele "marcará uma nova página na história do mundo islâmico e do xiismo". "O sangue puro deste descendente do profeta fluirá como uma fonte impetuosa e erradicará a opressão e o crime americano-sionista. Desta vez, com toda a força e firmeza, e com o apoio da nação islâmica e dos homens livres do mundo, faremos com que os autores e mandantes deste grande crime se arrependam".

Segundo a agência estatal, Khamenei foi atingido em seu local de trabalho na manhã de sábado.

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conflito Irã-EUA militares americanos feridos morte de Ali Khamenei Operações militares retaliação iraniana tensão no Oriente Médio

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