MARATONA
Jerônimo conclui série de PGP nas 27 regiões e prepara pauta com Lula
Governador confirma entrega de projetos viários ao presidente no dia 1º de agosto


O governador Jerônimo Rodrigues celebrou, neste domingo, 26, o encerramento do ciclo do Programa de Governo Participativo (PGP) após percorrer os 27 territórios de identidade do estado.
No ato final, realizado no Recôncavo Baiano, o chefe do Executivo garantiu que o conjunto de propostas recolhidas junto à sociedade vai ser a diretriz central do plano de gestão.
Demandas
As demandas que dependem do Governo Federal vão ser entregues diretamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na convenção estadual da chapa, marcada para o próximo dia 1º de agosto, no Parque de Exposições, em Salvador.
A pauta prioritária inclui o pleito pelas obras de duplicação das rodovias federais BR-101, BR-116 e BR-242.
"Eu saio muito feliz dessa caminhada porque me despertou muitas coisas sobre como as políticas públicas conversam com a esperança da juventude. Encerrar no Recôncavo me deixa muito feliz", declarou o governador em coletiva.
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Rede hospitalar
Durante o balanço do PGP, o governador apresentou números sobre a expansão da infraestrutura hospitalar no estado.
Desde o início da gestão, em 2023, foram entregues 15 hospitais e criados cerca de 6 mil leitos. Outras 22 unidades estão em fase de obras ou licitação em municípios como Valença, Gandu e Serrinha.
De acordo com o Executivo, a ampliação do parque hospitalar já se reflete na agilidade do sistema de regulação de pacientes.
Parceria com municípios
Jerônimo ressaltou que a equalização definitiva da regulação depende do fortalecimento da atenção primária pelas prefeituras, evitando a sobrecarga das unidades estaduais de alta complexidade.
O governador voltou a oferecer suporte financeiro para projetos municipais, citando como exemplo a construção de um hospital municipal em Feira de Santana para aliviar a demanda sobre o Hospital Geral Clériston Andrade.
"Só vamos resolver a regulação quando entendermos que é uma responsabilidade compartilhada. O Estado fazer a parte que compete, mas não podemos usar a saúde para disputa partidária", finalizou.


