JUSTIÇA
Julgamento de Moraes no STF bate recorde de audiência no YouTube
Sessão poderia abrir uma investigação contra o ministro com relação com Vorcaro



A tão esperada sessão de terça-feira, 15, do Supremo Tribunal Federal (STF), que debateu a possibilidade de abrir uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, pelas relações dele com o banqueiro Daniel Vorcaro, bateu recorde no YouTube.
Na manhã desta quarta-feira, 16, o registro do encontro na plataforma de vídeos acumulava 3,2 milhões de visualizações — os números incluem tanto a audiência dos que acompanharam a sessão ao vivo quanto os acessos posteriores no canal do próprio STF.
Sergio Moro e Jair Bolsonaro ficaram para trás
Até então, segundo a Veja, a sessão que mais tinha atraído atenção tinha sido o julgamento que determinou, em 2021, a suspeição do ex-juiz Sergio Moro na condenação do presidente Lula — esse vídeo conta com 334 mil visualizações.
Na sequência, está a sessão que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro, em setembro de 2025, com 274 mil acessos — no entanto, o julgamento em questão foi dividido em diversas sessões ao longo de duas semanas, fazendo com que o número de visualizações ficasse fragmentado.
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STF encerra sessão sem definição sobre investigação contra Moraes
O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a sessão histórica desta terça-feira, 15, sem definição sobre a autorização de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. As discussões foram encerradas após cerca de oito horas de embates.
Ao longo das discussões no plenário, o ministro Gilmar Mendes apresentou uma questão de ordem para unificar o debate com uma ação que apura irregularidades do ministro André Mendonça na condução do inquérito do Banco Master. A sessão para tratar da ação contra Mendonça está prevista para a próxima quarta-feira, 23.
Pedidos de vista, impedimento e suspeição
O placar chegou a ficar empatado em quatro a quatro para manter as discussões separadas; no entanto, os ministros Flávio Dino e Cármen Lúcia pediram vista, o que adiou a conclusão do julgamento.
O ministro Nunes Marques se declarou impedido de participar da votação, enquanto Dias Toffoli declarou suspeição e não proferiu votos.


