POLÍTICA
Na mira do STF, Lulinha ouve conselho do pai após decisão de Mendonça
Autorização para quebra de sigilos foi dada no mês de fevereiro

O presidente Lula (PT) reagiu após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinar a quebra dos sigilos bancário e telemático — conteúdo pessoal armazenado em ambiente digital — de Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na última quinta-feira, 26.
Inicialmente, o presidente ficou espantado com a notícia, de acordo com o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Em seguida, buscou informações junto a auxiliares, questionando o porquê da decisão, uma vez que o próprio filho havia se colocado à disposição da Justiça para esclarecimentos.
Ele foi informado, então, que a solicitação foi feita pela Polícia Federal (PF) em janeiro deste ano e autorizada por Mendonça em fevereiro.
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Conversa com Lulinha
Depois das conversas, Lula ligou para o filho, que mora na Espanha. No diálogo, ele orientou o filho a continuar prestando esclarecimentos ao STF.
Segundo aliados, Lulinha estaria até mesmo disposto a viajar ao Brasil para depor, se necessário.
Sentimento
A aliados, Lula tem dito que, embora tenha sido indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acredita que André Mendonça não agirá de "má-fé" na condução do inquérito contra Lulinha, atuando sem perseguição.
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