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Mauro Cid pede liberdade a Alexandre de Moraes

Advogados do réu tentam a progressão do regime

Redação
Por Redação
Advogados de Mauro Cid pedem sua liberdade
Advogados de Mauro Cid pedem sua liberdade - Foto: Ton Molina | STF

Os advogados do tenente-coronel Mauro Cid, que teve sua prisão fixada em dois anos de regime aberto durante o julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF), pediram ao ministro Alexandre de Moraes a progressão de regime está sexta-feira, 12.

Caso o pedido seja acatado, Cid vai estar livre, visto que a pena imposta foi de dois anos e que ele está restrito de liberdade por mais de dois anos e quatro meses, passando por prisões preventivas e cautelares diversas da prisão.

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A pena em regime aberto foi uma das condições determinadas no acordo de colaboração premiada firmada junto à Polícia Federal (PF) pelo ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), função que ocupou por todo o governo.

"É evidente que o período de cumprimento de cautelares é de ser computado na detração da pena, uma vez que as cautelares impostas determinavam: o recolhimento domiciliar a noite e finais de semana; proibição de ausentar-se da comarca; comparecimento semanal em juízo e monitoramento eletrônico [tornozeleira]", salienta a peça assinada pelos advogados Cezar Bitencourt, Jair Alves Pereira e Vânia Bitencourt.

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Por esse motivo, a defesa pede para que a punição de Cid seja extinta e "a imediata revogação das cautelares diversas da prisão" que o tenente-coronel ainda está tendo de lidar, como a tornozeleira eletrônica, por exemplo.

Segundo o estatuto militar, com a pena de dois anos, Cid pode seguir na patente e posto de tenente-coronel. Porém ele já pediu para que seja colocado na reserva e, segundo seu advogado, Jair Alves Pereira, não irá voltar atrás.

“Sair do Exército é uma posição definitiva”, garantiu.

Ele ainda afirma que Cid quer “organizar a vida” e em um segundo momento se mudar aos Estados Unidos.

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mauro cid prisão STF trama golpista

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