MISOGNIA
Jornalista detona Michelle Bolsonaro e ataca voto feminino: “Mulheres votam mal”
Jornalista questionou posição de Michelle à frente do PL Mulher


O jornalista Paulo Figueiredo criticou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e atacou o voto feminino durante apresentação do seu podcast "Paulo Figueredo Show".
Na ocasião, o profissional usou como base uma pesquisa que falava sobre a contabilidade dos votos femininos nos EUA. Isso resultaria, segundo o levantamento, na eleição de apenas candidatos do partido democrata para presidente nos Estados Unidos, salvo a exceção de Ronald Reagan.
Mulher vota estatisticamente mal, principalmente as solteiras, as casadas costumam acompanhar o marido
Paulo Figueiro, jornalista
Críticas à Michelle Bolsonaro
Dos Estados Unidos, onde mora, Paulo Figueiredo criticou, na última quinta-feira, 25, a atuação de Michelle e questionou a posição dela frente ao PL Mulher.
Ele admitiu que, apesar das críticas, não a conhece com profundidade, mas que seria obrigação moral e institucional da ex-primeira-dama apoiar a chapa de Flávio por pertencerem ao mesmo partido e por causa da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
"Quando você olha pra Michelle, a razão pro tal sucesso que ela tem, advém de um fato curioso que é justamente o fato da Michelle nunca ter aberto a boca para falar sobre nada. Ela então segue um papel. Com isso é construido uma imagem de Amélia, mulher doce, recatada, religiosa. Uma imagem muito bonita. Nas raras ocasiões em que ela resolve falar, a impressão fica prejudicada", dissertou.
A indagação do jornalista surge após Michelle publicar um vídeo no qual diz ter sido humilhada e desrespeitada pelo enteado e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL).
Michelle x Flávio Bolsonaro: pivô da crise
O pivô do desentendimento deve-se uma discordância sobre acordo envolvendo o ex-ministro da Fazenda, Ciro Gomes (PSDB), pré-candidato ao governo do Ceará.
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Parceiro de Eduardo
Paulo costuma agir junto ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) como porta-voz da família Bolsonaro na Casa Branca.
Em algumas dessas ações, pressionaram pela aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, o que acarretou em uma denúncia apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por atuarem como intermediadores nos Estados Unidos pela aplicação de sanções.


