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Rui Costa acusa relator de 'afrouxar' pacote antifacção

Ministro critica alterações feitas por relator do texto

Cássio Moreira
Por
| Atualizada em
Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil
Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil -

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), acusou o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), relator do 'pacote antifacção', de 'afrouxar' o combate ao crime com as mudanças realizadas no texto. A declaração ocorreu nesta sexta-feira, 14, durante agenda na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).

Rui ainda sugeriu que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), articulou com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cotado para disputar o Palácio do Planalto em 2026, para liberar Derrite do cargo de secretário de Segurança Pública do estado para assumir a relatoria do projeto na Câmara.

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"O presidente da Câmara articulou com o governador de São Paulo para o secretário de segurança se licenciar e vir a ser o relator. E ele adotou medidas, na verdade, de diminuir a possibilidade de atuação da Polícia Federal contra o crime organizado. Diminuiu o orçamento da Polícia Federal. Ninguém está entendendo nada", iniciou Rui Costa.

"Se era um projeto de lei para combater o crime, o relator está adotando um texto que afrouxa com o crime, que relaxa as medidas de ação contra o crime", disparou o ministro em conversa com a imprensa pouco antes da solenidade.

Votação adiada

Prevista para ocorrer esta semana, a votação do Projeto Antifacção, aposta do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para combater o crime organizado, foi adiada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, após pedido de Derrite, diante da repercussão das mudanças realizadas no texto.

Entre as mudanças, a que teve maior repercussão foi a alteração no papel da Polícia Federal, que perderia, na prática, a autonomia para coordenar investigações, o que gerou 'protesto' por parte da instituição.

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guilherme Derrite projeto antifacção Rui Costa Tarcísio de Freitas

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