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Smart TV e visita de pastor: entenda os pedidos da defesa de Bolsonaro

Ex-presidente está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília

Gustavo Nascimento
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Jair Bolsonaro, ex-presidente da República
Jair Bolsonaro, ex-presidente da República - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira, 8, pedidos para que o ex-presidente tenha acesso a uma Smart TV e à assistência religiosa de um bispo e um pastor no quarto em que está preso, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Os advogados de Bolsonaro sustentaram o argumento de que "acesso a meios de comunicação, em especial à programação jornalística e informativa, representa instrumento legítimo de preservação do vínculo do custodiado com a realidade social, política e institucional do país".

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Ainda segundo a defesa, o aparelho seria providenciado pelos familiares de Bolsonaro e "não tem por finalidade o acesso a redes sociais", mas sim o acompanhamento de canais de notícia e plataformas de streaming.

Acompanhamento espiritual

Sobre o pedido de assistência religiosa, a defesa alegou que o ex-presidente já recebia visitas semanais durante o período de prisão domiciliar, de forma que "tornou-se inviável a continuidade desse acompanhamento religioso, em razão das restrições próprias ao regime de custódia, o que motiva o presente pedido".

No pedido, a defesa solicitou que Bolsonaro receba acompanhamento do bispo Robson Lemos Rodovalho e do pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni.

Diminuição de pena

Os advogados do ex-presidente também aproveitaram a oportunidade para pedir a autorização da Suprema Corte para que Bolsonaro possa participar do programa de remição de pena pela leitura, em que cada livro lido reduz a pena em quatro dias. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo envolvimento na trama golpista.

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Ainda nesta quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou o PL da Dosimetria, que promovia redução de penas aos condenados pela tentativa de golpe de estado, o que beneficiaria Bolsonaro.

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Tags:

assistência religiosa Jair Bolsonaro Política brasileira prisão remição de pena STF

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