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IRREGULARIDADES NO MEC

TCU arquiva pedido de Flávio Bolsonaro contra nora de Lula

Carla Ariane Trindade é alvo de investigação da PF que trata de irregularidades no MEC

Leo Almeida
Por
| Atualizada em
Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro - Foto: Andressa Anholete | Agência Senado

O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou uma representação apresentada pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que pedia investigação sobre a destinação de recursos públicos federais envolvendo a empresa Life Tecnologia Educacional, citada em investigações da Polícia Federal sobre supostas irregularidades no Ministério da Educação.

Na ação, Flávio questionava a aplicação de verbas federais e apontava supostos indícios de favorecimento indevido à empresa. Segundo investigações da Polícia Federal, Carla Ariane Trindade, ex-nora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), era apontada como uma das pessoas que atuavam junto à empresa nas tratativas envolvendo o ministério, então comandado por Camilo Santana (PT-CE).

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A PF investiga a suspeita de que ela teria facilitado a liberação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e usado o nome de Lula para conseguir acesso a integrantes do MEC.

Sem elementos

Ao analisar o pedido, o TCU concluiu que não havia elementos suficientes para justificar a abertura de um procedimento próprio na Corte de Contas.

“(...) A peça inicial não apresenta indícios mínimos suficientes de irregularidade ou ilegalidade, pois se fundamenta essencialmente em matérias jornalísticas, desacompanhadas de documentos aptos a individualizar fatos, identificar procedimentos licitatórios ou contratos específicos e delimitar eventuais responsabilidades”, afirmou o tribunal.

Com a decisão, o pedido formulado por Flávio Bolsonaro foi arquivado, mas as investigações conduzidas pela Polícia Federal e outros órgãos responsáveis continuam normalmente.

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Carla Ariane Trindade Flávio Bolsonaro Lula MEC nora PF TCU

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