Busca interna do iBahia
HOME > SAÚDE

AVANÇO CIENTÍFICO

Envelhecimento pode ser revertido a partir de proteína desativada

Estudo ainda está em fase inicial e segue em desenvolvimento

Gustavo Nascimento
Por
Imagem ilustrativa da imagem Envelhecimento pode ser revertido a partir de proteína desativada
Foto: Reprodução

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, sugere que o processo de envelhecimento pode ter relação com a proteína AP2A1, que atua como uma espécie de regulador celular. A pesquisa foi publicada na revista Celullar Signaling.

Durante os testes laboratoriais, os cientistas desativaram a proteína em células envelhecidas, o que resultou em características semelhantes às de células mais jovens. Além disso, também foi utilizado o composto IU1, que ajuda a eliminar proteínas danificadas de dentro das células.

Tudo sobre Saúde em primeira mão! Compartilhar no Whatsapp Entre no canal do WhatsApp.

Leia Também:

CASO RARO

Verme parasita de cobra é encontrado em cérebro de mulher
Verme parasita de cobra é encontrado em cérebro de mulher imagem

SUS

Engenheira baiana vence prêmio nacional por atuação em infraestrutura e PPPs
Engenheira baiana vence prêmio nacional por atuação em infraestrutura e PPPs imagem

MEDICINA

Milagre da ciência: mulher que nasceu sem útero dá a luz após receber transplante
Milagre da ciência: mulher que nasceu sem útero dá a luz após receber transplante imagem

Juntas, as duas substâncias revelaram um certo potencial para amenizar sinais de envelhecimento celular. O foco central do estudo é com células senescentes, ou seja, aquelas que param de se dividir devido a estresse ou danos no DNA, mas não morrem e ficam acumuladas no organismo.

“Uma pista intrigante é que as fibras de estresse nas células senescentes são muito mais espessas do que nas células jovens, sugerindo que as proteínas nessas fibras ajudam a manter seu tamanho”, afirmou Pirawan Chantachotikul, uma das autoras.

Ao longo do tempo, é justamente esse acúmulo que acarreta em diversos processos associados ao envelhecimento. Como resultado dos testes, parte das células diminuíram de tamanho e voltaram a se dividir.

“A supressão da AP2A1 em células mais velhas reverteu a senescência e promoveu a renovação celular, enquanto a superexpressão da AP2A1 em células jovens acelerou a senescência”, comentou Shinji Deguchi, outro autor do estudo.

Apesar dos bons resultados, os estudiosos afirmaram que ainda não é possível acreditar em possibilidades grandiosas, como viver mais de 150 anos. A pesquisa ainda conta com novas etapas para maior investigação e validação.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia. Compartilhar no Whatsapp Clique aqui

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

Tags

biologia Ciência envelhecimento Pesquisa Saúde

Relacionadas

Mais lidas