CRESCIMENTO
Número de idosos brasileiros com autismo surpreende
O número tem apresentado um crescimento significativo nos últimos anos

Por Franciely Gomes

O diagnóstico de idosos com algum grau de Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem crescido significativamente nos últimos anos. Segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 306.836 pessoas acima de 60 anos possuem TEA.
De acordo com análise realizada pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o número representa uma marca de 0,86% da população brasileira. Essa taxa é ainda maior entre os homens, de 0,94%, em comparação com as mulheres, que são 0,81%.
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Dentre os sintomas mais comuns estão comportamento rígido, isolamento social e interesses restritos. Entretanto, deve-se estar atento ao diagnóstico correto, pois alguns destes sintomas podem ser confundidos com outras doenças, como depressão e ansiedade.
A pesquisa das universidades ainda aponta que idosos com TEA costumam apresentar redução na expectativa de vida, alta prevalência de comorbidades psiquiátricas, risco de declínio cognitivo e de condições clínicas, tais como doenças cardiovasculares e disfunções metabólicas.
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