REVELAÇÃO
Ana Maria Braga revela que fez aborto: “Não guardo culpa"
Apresentadora chegou a falar também sobre a própria sexualidade


A apresentadora Ana Maria Braga, de 77 anos, revelou que realizou um aborto quando era mais jovem e afirmou não carregar culpa pela decisão. Em entrevista à revista Veja, ela também falou sobre relacionamentos, sexualidade e a possibilidade de ter vivido um romance com outra mulher.
Ao comentar pela primeira vez sobre a interrupção da gravidez, Ana Maria contou que enfrentava dificuldades financeiras e não tinha condições de se sustentar naquele período.
“Nunca falei disso, mas, sim, fiz e foi péssimo. Não recomendo. Embora não fosse muito nova, naquele momento da vida ainda nem conseguia me sustentar direito e achava que não tinha outro caminho. Não guardo culpa”, declarou.
A apresentadora também se posicionou favoravelmente à legalização do aborto, defendendo que a decisão sobre a continuidade de uma gestação deve caber à mulher. “A decisão deve sempre ser da mulher. Ela é quem sabe do próprio corpo”, afirmou.
Ana Maria Braga revela que pensou em se relacionar com mulheres
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Durante a entrevista, a comunicadora contou que chegou a considerar um relacionamento com outra mulher após enfrentar decepções amorosas com homens.
Segundo Ana Maria, a possibilidade surgiu ao observar mulheres que estavam se casando e construindo relacionamentos. Apesar da curiosidade, ela afirmou que nunca encontrou alguém por quem sentisse atração suficiente para iniciar um romance.
“Só não achei ninguém que eu batesse o olho e falasse: ‘bora’. Não levo jeito”, brincou.
Casamento com homem 21 anos mais jovem
Ana Maria também comentou o relacionamento com Fábio Arruda, com quem se casou em 2025. O casal tem uma diferença de idade de 21 anos.
De acordo com a apresentadora, a aproximação aconteceu durante a pandemia de Covid-19, quando os dois se encontravam nos corredores da TV Globo, ainda utilizando máscaras de proteção.
Na entrevista, Ana Maria abordou ainda questões relacionadas ao envelhecimento, à vida afetiva e à liberdade de fazer escolhas pessoais.


