DEMISSÃO EM MASSA?
Gigante do entretenimento mundial demite centenas de funcionários
Cortes atingem principalmente os departamentos de recursos humanos e TI


Algumas centenas de funcionários foram demitidas pela Walt Disney em diferentes áreas da empresa. Os cortes atingem principalmente os departamentos de recursos humanos e tecnologia da informação (TI), tanto na estrutura corporativa quanto em diferentes divisões, segundo a Variety.
Esta é a terceira rodada de demissões da Disney neste ano desde que Josh D'Amaro assumiu o cargo de CEO, em março. As demissões ocorrem após a empresa sinalizar que faria novos cortes de custos.
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Redução de despesas
D'Amaro e o diretor financeiro Hugh Johnston afirmaram, na divulgação dos resultados do trimestre encerrado em junho, que a companhia avaliava medidas para reduzir despesas, incluindo o quadro de funcionários e gastos administrativos.
Em carta aos acionistas, divulgada em 5 de agosto, os executivos disseram que a redução de custos tinha como objetivo liberar recursos para investimentos em áreas de crescimento.
Postos de trabalho eliminados
Em abril, a Disney eliminou cerca de 1.000 postos de trabalho em diferentes áreas, incluindo marketing, estúdios, televisão, ESPN, produtos e tecnologia e funções corporativas.
Em julho, houve uma nova rodada de cortes, com centenas de demissões em áreas corporativas e divisões como Pixar, ESPN e Disney Entertainment Television.
A maior parte dos cortes nos estúdios ocorreu na Pixar, enquanto a National Geographic concentrou a maior parte das demissões na área de televisão, de acordo com a Variety.
Em agosto, a empresa também ofereceu pacotes de aposentadoria antecipada a executivos com muitos anos de casa.
A Disney empregava cerca de 231 mil pessoas no fim do ano fiscal de 2025, sendo aproximadamente 172 mil nos Estados Unidos e 59 mil fora do país, segundo dados da companhia citados pela Reuters.
Demissões desde 2023
A companhia também passou por uma grande rodada de demissões em 2023, quando anunciou o corte de cerca de 7.000 empregos como parte de um plano para reduzir US$ 5,5 bilhões (cerca de R$ 28,6 bilhões) em custos durante a gestão do então CEO Bob Iger.


