CHUVA DE OPORTUNIDADE
Quer emprego? Veja as 15 profissões que mais contrataram na Bahia
No Estado, foram gerados 11.647 postos de trabalho com carteira assinada em agosto de 2026


Entre janeiro e agosto de 2026, o mercado formal de trabalho apresentou saldo positivo de 1.134.033 postos de trabalho, com crescimento de 2,41% em comparação com o mesmo período do ano passado.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), apurados de janeiro a agosto de 2026.
No mesmo período, 18.573.197 admissões foram realizadas no Brasil, enquanto em agosto, foram 165.827 novos postos de trabalho, resultante de 2.294.563 admissões e 2.128.736 desligamentos no mês. Com esse resultado, o estoque de empregos alcançou 48.244.696 vínculos em agosto.
Bahia puxa crescimento de empregos formais
Na Bahia, foram gerados 11.647 postos de trabalho com carteira assinada no oitavo mês do ano e passou a contar com 2.211.022 vínculos celetistas ativos, uma variação positiva de 0,53% sobre o quantitativo do mês anterior.
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No acumulado do ano, a Bahia preencheu 72.768 novas vagas – aumento de 3,40% em relação ao total de vínculos do começo do ano. De janeiro a agosto, quatro dos grandes grupamentos registraram resultado positivo.
Confira os setores que mais tiveram aumento na contratação na Bahia:
- Serviços: +43.028 vagas;
- Construção: +15.688 vagas;
- Indústria geral: +11.973 vagas;
- Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: +3.860 vagas
- Comércio: -1.779 vagas
De acordo com análise da dodocumento.com, com base nos microdados do Novo CAGED/MTE, a ocupação que mais contratou na Bahia foi servente de obras, com 45.116 admissões.
Confira as profissões mais contratadas entre janeiro e agosto de 2026:
- Servente de Obras: 45.116 admissões
- Vendedor de Comercio Varejista: 32.653 admissões
- Faxineiro (Desativado em 2010): 32.046 admissões
- Auxiliar de Escritório, em Geral: 25.355 admissões
- Assistente Administrativo: 23.096 admissões
- Operador de Telemarketing Ativo e Receptivo: 21.452 admissões
- Alimentador de Linha de Produção: 20.898 admissões
- Atendente de Lojas e Mercados: 17.310 admissões
- Motorista de Caminhão (Rotas Regionais e Internacionais): 16.732 admissões
- Operador de Caixa: 15.774 admissões
- Pedreiro: 14.601 admissões
- Recepcionista, em Geral: 14.296 admissões
- Repositor de Mercadorias: 13.347 admissões
- Auxiliar de Logistica: 12.827 admissões
- Auxiliar nos Serviços de Alimentação: 12.214 admissões
Municípios da Bahia que mais contrataram em 2026
Salvador está no topo das cidades que mais admitiram de janeiro a agosto de 2026, com 218.696. Apesar das 196.529 demissões no período, o saldo foi positivo, com 22.167 novos postos de trabalho na capital baiana.
Em contrapartida, Itapicuru registrou apenas 434 contratações nos oito primeiros meses. As demissões atingiram 824 pessoas no período, uma diferença de 29%, representando um saldo negativo de - 244 postos de trabalhos.
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Em agosto de 2026, Salvador (+3.327 postos), Camaçari (+1.041 vagas) e Juazeiro (+1.026 empregos) foram os municípios baianos que mais criaram postos de trabalho formal no estado.
Por outro lado, Simões Filho (-359 postos), Boletim Mensal do Caged 4 Ibicoara (-224 postos) e Oliveira dos Brejinhos (-120 postos) liderarm a lista de municípios que encerraram posições celetistas no mês sob análise.
As 10 cidades que mais contrataram em 2026:
- Salvador: 218.696
- Feira de Santana: 49.394
- Lauro de Freitas: 39.941
- Camaçari: 34.445
- Vitória da Conquista: 28.434
- Luís Eduardo Magalhães: 20.974
- Juazeiro: 16.339
- Jaguarari: 3.172
- Ourolândia: 2.662
- Jussiape:1.956
As 10 cidades que menos contrataram em 2026:
- Itapicuru: 434
- Governador Mangabeira: 580
- Barra da Estiva: 647
- Esplanada: 718
- Ribeira do Amparo: 720
- Cairu: 1.032
- Santo Amaro: 1.058
- Ibicoara: 1.196
- Nova Viçosa: 1.488
- Dias D'Ávila: 4.037
Demissões na Bahia
Ainda de acordo com os dados, agora relacionados aos desligamentos na Bahia, 26,6% dos foram pedidos de demissão, o 25º maior índice entre os 27 estados (média nacional: 37,2%). Foram 174.796 trabalhadores que saíram por iniciativa própria.
Grupo e subgrupos com maior número de desligamento:
Grupo: Trabalhadores da produção de bens e serviços industriais I
- Trabalhadores da indústria extrativa e da construção civil - 73.707 demissões
- Trabalhadores de funções transversas - 60.445 demissões
Grupo: Trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca
- Trabalhadores na exploração agropecuária - 37.766 demissões
Grupo: Trabalhadores da produção de bens e serviços industriais II
- Trabalhadores da fabricação de alimentos, bebidas e fumo
Grupo: Trabalhadores em serviços de reparação e manutenção
- Trabalhadores em serviços de reparação e manutenção mecânica
No Brasil, 6.459.620 pessoas pediram demissão de um emprego com carteira assinada de janeiro a agosto de 2026. Entre as ocupações com pelo menos 5 mil desligamentos no período, estas são as que têm a maior proporção de pedidos de demissão:
- Professor de língua inglesa - 61,11%
- Retalhador de carne - 58,87%
- Magarefe - 58,46%
- Professor de nível superior do ensino fundamental - 57,23%
- Teleoperador - 56,52%
- Inspetor de alunos de escola privada - 56,43%
- Técnico em patologia clínica - 56,35%
- Professor da educação de jovens e adultos do ensino fundamental - 54,48%
- Professor de nível superior na educação infantil - 54,20%
- Professor de nível médio no ensino fundamental - 54,13%
- Auxiliar de farmácia de manipulação - 53,61%
- Atendente de farmácia - balconista - 53,49%
- Médico clínico - 53,39%
- Operador de telemarketing ativo e receptivo - 52,86%
- Auxiliar de laboratório de análises clínicas - 52,78%


