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Projeto escolar em Simões Filho debate violência contra mulher

Ação pedagógica utilizou reportagens de A TARDE para ampliar o debate em sala de aula

Redação
Por Redação
Projeto escolar em Simões Filho debate violência contra a mulher
Projeto escolar em Simões Filho debate violência contra a mulher - Foto: Divulgação

Estudantes dos anos finais do ensino fundamental, professores e a equipe gestora da Escola Municipal Diácono Fernando Britto, localizada no CIA, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, promoveram uma ação educacional voltada à reflexão sobre o mês da mulher, celebrado neste domingo, 8 de março, data marcada pelo Dia Internacional da Mulher.

A iniciativa pedagógica teve o intuito de ampliar o debate e a conscientização sobre temas importantes relacionados à luta feminina, como a violência contra a mulher e o feminicídio.

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Além de rodas de conversa em sala de aula e atividades educativas, a ação também destacou histórias de empreendedorismo feminino no município. A proposta foi valorizar trajetórias de mulheres que se tornaram exemplos de iniciativa, superação e contribuição para a comunidade e para a economia local.

Como parte das atividades, os alunos do 8º ano realizaram entrevistas com mulheres empreendedoras da comunidade. Uma das histórias apresentadas foi a da mãe empreendedora Danielle Garcia, que relatou aos estudantes como começou sua trajetória profissional.

"Tudo começou pela necessidade de trabalhar para o sustento dos meus filhos. Comecei vendendo lanche na frente da escola Diácono e hoje forneço lanches e bolos para várias pessoas da comunidade”, contou Danielle.

Durante todo o processo pedagógico, os alunos também utilizaram como fonte reportagens publicadas no Jornal A TARDE entre os anos de 2025 e 2026, o que contribuiu para ampliar o repertório de leitura e análise crítica dos estudantes sobre a realidade social. A experiência também despertou reflexões entre os próprios alunos.

“Através da leitura dos jornais entendi que a luta das mulheres é de tempo e os homens precisam entender que não são superiores às mulheres. Todos têm o mesmo direito”, afirmou o estudante João Rafael Licco, de 12 anos.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, a atividade reforça o papel da escola como espaço de formação cidadã, estimulando os estudantes a refletirem sobre a importância do respeito e da valorização das mulheres na sociedade.

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