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PREOCUPAÇÃO

Grupo de trabalho é criado para combater atuação de facções na eleição

Objetivo é evitar a infiltração de organizações criminosas no processo eleitoral

Redação

Por Redação

07/01/2026 - 15:51 h
Urnas eletrônicas no dia de votação.
Urnas eletrônicas no dia de votação. -

Dois grupos de trabalho (GTs) do Ministério Público Eleitoral (MPE) entraram em funcionamento no dia 1º com o objetivo de combater a influência de organizações criminosas nas eleições e acompanhar as mudanças em normas e jurisprudências relacionadas à disputa.

O Grupo de Trabalho de Combate ao Crime Organizado no Âmbito Eleitoral será composto por quatro procuradores regionais eleitorais e dois membros auxiliares da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE). Eles serão responsáveis por elaborar estudos e um plano de ação para nortear o trabalho do Ministério Público em todo o país.

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O objetivo é evitar a infiltração de organizações criminosas no processo eleitoral, que tem atuado em diversos estados brasileiros para corromper agentes públicos e comprometer a legitimidade do Estado e a execução de políticas públicas.

Caberá ao grupo prestar apoio aos promotores e procuradores, levantar informações e estreitar o diálogo com os Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos) e os Núcleos de Inteligência dos Ministérios Públicos Federal, dos Estados e do Distrito Federal e Territórios.

Normas eleitorais

O outro grupo de trabalho é o de Acompanhamento Legislativo e Jurisprudencial no âmbito da Procuradoria-Geral Eleitoral. Ele é formado por oito procuradores regionais eleitorais e dois membros auxiliares da PGE.

O grupo vai acompanhar as propostas e debates legislativos sobre regras relacionadas às eleições, bem como as normas editadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a disputa, podendo emitir notas técnicas e manifestações.

Além disso, vai reunir jurisprudência sobre temas de interesse do Ministério Público para encaminhar mensalmente ao Grupo Executivo Nacional da Função Eleitoral (Genafe), responsável por coordenar a atuação dos procuradores e promotores em todo o país, respeitando a independência funcional. O objetivo é auxiliar o trabalho deles na fiscalização de eventuais abusos e irregularidades, bem como na definição de teses a serem defendidas nos tribunais.

Os dois GTs têm vigência até 31 de outubro de 2027.

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Tags:

Combate ao Crime Organizado eleições Grupo de trabalho Ministério Público Eleitoral

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