CORRIDA PRESIDENCIAL
Isidório indica caminho de Cury em 2º turno entre Lula e Flávio
Deputado federal e candidato à reeleição participou dos desfiles do 7 de Setembro, em Salvador



O deputado federal e candidato à reeleição à Câmara, Pastor Sargento Isidório (Avante), apontou qual deve ser a postura do candidato à Presidência da República, Augusto Cury (Avante), em um eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
O parlamentar conversou com a imprensa sobre o assunto, nesta segunda-feira, 7, durante os desfiles do 7 de Setembro, em Salvador, que aconteceram no bairro do Campo Grande, no centro da capital.
De acordo com a última pesquisa AtlasIntel/A TARDE, divulgada na última quinta-feira, 3, Augusto Cury aparece na terceira colocação, com 7,9% das intenções de voto, entre os eleitores baianos — ele ficou atrás apenas do petista e do liberal.
Isidório aponta direcionamento de Augusto Cury
No segundo turno, eu acredito que todos os brasileiros, incluindo ele [Augusto Cury], que vai ter voto, vão fazer suas análises. Eu acho que [...] o brasileiro não é criança. O brasileiro sabe as candidaturas que estão aí, as histórias pregressas, o passado", afirmou ele ao ser perguntado pelo portal A TARDE.
"O povo vai saber escolher [o candidato]. As pessoas têm o direito de votar em quem quiser. Isso é a democracia. A democracia é isso. Então, os eleitores de Bolsonaro não são boi, não são gado. Os eleitores de Lua não são jegues, nem cavalos", finalizou Isidório.
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Augusto Cury omitiu cinco empresas em declaração de bens ao TSE
O presidenciável Augusto Cury (Avante) omitiu cinco empresas das quais é sócio na declaração de bens apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O candidato declarou patrimônio de R$ 242,2 milhões à Justiça Eleitoral, mas não informou participações em três companhias sediadas na Flórida, nos Estados Unidos, e em outras duas empresas no Brasil.

A informação foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo e confirmada pelo Estadão. Ao TSE, Cury declarou participação societária em sete empresas, entre companhias brasileiras e estrangeiras. Outras cinco sociedades, das quais o presidenciável é sócio, porém, ficaram fora da autodeclaração.


