DISPUTA
Wagner mantém suspense sobre suplência: “Martelo não está batido”
Decisão final sobre a indicação para a vaga não foi tomada


O senador e pré-candidato à reeleição Jaques Wagner (PT) mantém o mistério sobre a suplência. Nesta quinta-feira, 9, durante entrevista à rádio 93 FM de Jequié, o ex-governador revelou que a decisão final sobre a indicação para a vaga não foi tomada.
“Ainda não tem uma discussão fechada dentro do grupo. Há uma reivindicação do PSD, mas ainda não está batido o martelo”, declarou.
Segundo ele, as definições partidárias precisam estar consolidadas até a data oficial da convenção da federação e de partidos aliados, prevista para o dia 1º de agosto. “Até lá, evidentemente, isso tem que estar definido”, disse.
“Logo, logo isso será anunciado, e aí a Bahia conhecerá quem será o primeiro e o segundo suplente na minha chapa, assim como também na chapa do senador Rui Costa”, acrescentou.
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Dois personagens aparecem à frente em relação aos demais postulantes: a deputada Lídice da Mata (PSB-BA) e o ex-vereador Edivaldo Brito (PSD).
Conforme apuração do portal A TARDE, o cenário parece estar mais favorável a socialista — interlocutores ouvidos pela reportagem apontam que chances dela de ocupar o posto são superiores a 90%, ainda que Edivaldo Brito conte com possibilidades.
Além de Lídice e Edivaldo Brito, também foram indicados ao posto o ex-prefeito de Belo Campo e ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Quinho, do PSD, e a vereadora de Salvador, Aladilce, do PCdoB.


