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TERCEIRO COMANDANTE

Diretor elogia Rodrigo Chagas, mas lamenta nova troca: "Não é o ideal"

Em entrevista coletiva, Gustavo Vieira comentou sobre o treinador rubro-negro

João Grassi
Por
| Atualizada em
Rodrigo Chagas e Gustavo Vieira
Rodrigo Chagas e Gustavo Vieira -

Thiago Carpini, Fábio Carille e agora Rodrigo Chagas. Em busca de encontrar solidez tática, o Vitória chegou ao terceiro treinador na temporada, o que não é considerado o ideal pelo clube. Ao menos é o que disse Gustavo Vieira, executivo de futebol rubro-negro.

Em entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira, 8, Gustavo Vieira comentou sobre o processo de trocas no comando técnico do Leão da Barra. O dirigente avaliou que este tipo de mudança é “um trauma interno”.

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"Óbvio que trocar treinador não é o ideal, é um trauma interno. Você evidencia divergências, tem que reorganizar as coisas, assume uma posição de risco em relação a algo que não controla, aposta em algum resultado de curto prazo que não é garantido. É um estresse, mas é inevitável. As trocas foram no momento adequado, e nós estamos encontrando as soluções adequadas ao nosso ver", indicou o diretor.

De acordo com Vieira, o nome de Rodrigo Chagas sempre esteve em pauta como possível “candidato” para assumir a equipe rubro-negra. O profissional que estava no Sub-20 iniciou como interino, mas rapidamente foi efetivado pela direção após a vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-MG.

“A decisão sobre treinador de fato é uma das mais delicadas em relação ao impacto na condução do trabalho. Desde a saída do Carille, o Rodrigo [Chagas] sempre foi considerado como uma das opções mais fortes das nossas possibilidades. Pela história que tem, vínculo com o Vitória, conexão com a nação rubro-negra. Impossível não considerar, naquele momento, um candidato forte, tanto é que está aí”, pontuou.

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O diretor de futebol também citou que a saída de Carille foi “inesperada” e reafirmou a confiança do presidente Fábio Mota no trabalho de Chagas.

“No momento que você tem uma troca inesperada você especula cenários. Tem pessoas no processo de decisão, eu sou uma, o presidente é outra. O presidente tem pessoas que confia. O importante naquele momento era buscar uma unidade para se fortalecer qualquer tipo de movimento. Pode ter dado a percepção de muitas dúvidas, mas não. É um processo natural de tomada de decisão. Você vai excluindo possibilidades, vai imaginando cenário e chega ao nome adequado. Por todas as razões que disse aqui, é o Rodrigo”, finalizou.

Próximo compromisso

O Vitória volta a campo no próximo sábado, 13, às 16h, contra o Fortaleza. A partida será realizada no Castelão, na capital cearense, válida pela 23ª rodada da Série A.

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