"NADA MUDOU"
Sheik dono do Bahia comenta possível condenação do Manchester City
O clube inglês pode ser condenado por 115 violações financeiras pela própria Premier League


O Grupo City, grupo que controla a SAF do Bahia, se viu imerso nas possibilidades de condenação do Manchester City nos últimos dias - mas o presidente do clube não está angustiado.
Khaldoon Al Mubarak, se manifestou após a repercussão sobre uma possível condenação do clube no processo movido pela Premier League por supostas violações financeiras.
Em mensagem aos torcedores, o dirigente afirmou que "nada mudou" e reforçou a confiança do City em provar a própria inocência.
O caso envolve 115 acusações relacionadas a supostas infrações às regras financeiras da liga inglesa. O Manchester City nega as acusações, afirmando que pretende recorrer de qualquer decisão desfavorável, e até o momento, a Premier League não anunciou oficialmente qualquer punição ao clube.
Dirigente pede confiança à torcida
A declaração de Al Mubarak foi publicada em uma carta aos torcedores. O presidente afirmou que o processo ainda tem um longo caminho pela frente e pediu que a torcida mantenha a confiança no clube.
"O processo da Premier League ainda tem um longo caminho pela frente, e nossa confiança e determinação em provar a inocência do clube são tão fortes quanto eram quando tudo isso começou", afirmou.
O dirigente também disse que gostaria de compartilhar mais detalhes sobre a defesa do Manchester City, mas ressaltou que o sigilo jurídico do processo impede comentários mais amplos.
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"Nada mudou"
Segundo Al Mubarak, a repercussão das notícias sobre o caso gerou pressão externa, mas não alterou a posição do clube: "Embora algumas pessoas tenham se apressado em tirar suas próprias conclusões, e haja muito barulho ao nosso redor, nada mudou".
"Já enfrentamos desafios juntos antes e saímos vitoriosos. Ainda existem muitas pessoas que querem minar o crescimento do nosso clube. Não vamos dar essa oportunidade a elas", declarou.
O presidente também lembrou sua relação de 18 anos com o City e citou momentos vividos ao lado da torcida no Etihad, em Wembley e em Istambul.
Na carta, Al Mubarak afirmou que até mesmo o comunicado aos torcedores precisou passar por revisões jurídicas para garantir que estivesse em conformidade com as regras de sigilo do processo. O City já havia divulgado comunicado na sexta-feira, 25, no qual afirmou que o caso "continua em andamento".


