ARTILHEIRO
Renê revela estratégia que utilizou para lidar com críticas
Atacante concedeu entrevista coletiva no Barradão


Após ter atravessado seu momento mais difícil no Esporte Clube Vitória e ter caído de produção, Renê respondeu da melhor maneira possível e foi decisivo na classificação épica sobre o Athletico na Copa do Brasil. Agora, volta as atenções para o Brasileirão.
Em entrevista coletiva concedida no Barradão, Renê afirmou que vê com naturalidade as cobranças em momentos de baixa. O atleta de 22 anos revelou sua estratégia para manter o foco e não se abalar emocionalmente.
“Eu procuro ficar longe das redes sociais e estudar muito os adversários para procurar um desempenho melhor. As críticas sempre vêm, porque a gente é jogador de alto nível. Então isso chega a ser normal”, iniciou.
Leia Também:
Para o camisa 91, inclusive, outra estratégia para facilitar seu trabalho é ter a presença de dois centroavantes em campo. Perguntado sobre a dupla formada com Renato Kayzer na goleada contra o Furacão, Renê vê a variação com bons olhos.
“[Renato] Kayzer é um grande jogador. Ali na frente, quando tem dois centroavantes, a marcação não foca só em um. Então, creio que fica mais fácil para os dois jogarem. Jogando eu, o Kayzer, acredito que isso vai ajudar o Vitória a fazer gols”, opinou.
Pode jogar de ponta?
Renê, inclusive, deixou claro que não teria problemas em até atuar como extremo, pelos lados do campo. Embora tenha reconhecido que se sente mais a vontade centralizado, ele se colocou à disposição para ajudar como for possível.
“Eu estou aqui para ajudar o Vitória, já joguei de ponta nas outras equipes que joguei, mas gosto muito de jogar de centroavante. Eu acho que é o trabalho do dia a dia. Eu sou um dos artilheiros do Brasil. Plantei e agora estou colhendo e pretendo fazer mais gols”, disse.

Vitória x Botafogo
Com expectativa de casa cheia, o Vitória recebe o Botafogo às 18h30 do domingo, 16, no Estádio Manoel Barradas, em Salvador, em duelo válido pela 23ª rodada do Brasileirão Série A. Renê destacou a força da torcida rubro-negra nas arquibancadas.
“Aqui no Barradão a gente sabe que somos muito fortes, nossa torcida é o 12º jogador. Tem uma dificuldade para os outros jogadores. O adversário quando vê nossa torcida, a torcida que enche o estádio, acho que dificulta para eles e ajuda a gente. Jogar com eles torcendo para nós é muito importante, tiramos uma força de onde não tem”, exaltou.


