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EFEITOS DA ELIMINAÇÃO

Entenda o “prejuízo” causado pela eliminação do Bahia na Libertadores

Queda precoce reduz receitas, tira calendário internacional e aumenta a pressão por resultados em 2026

Téo Mazzoni
Por
| Atualizada em
Ausência em competições continentais impacta premiações, planejamento e projeção de receitas do clube
Ausência em competições continentais impacta premiações, planejamento e projeção de receitas do clube -

A eliminação precoce do Bahia na Copa Libertadores da América de 2026 alterou de forma significativa o planejamento esportivo e financeiro do clube para a temporada.

Sem calendário internacional após a queda na fase preliminar, o Tricolor de Aço passa a concentrar seus esforços apenas nas competições nacionais, em meio ao aumento da pressão por resultados.

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A derrota para o O’Higgins, pela 2ª fase preliminar, dentro da Arena Fonte Nova, encerrou não apenas o sonho de disputar a fase de grupos da “Glória Eterna”, como também eliminou qualquer possibilidade de participação internacional em 2026.

O regulamento previa que, em caso de classificação à fase seguinte, o clube garantiria presença continental: avançando, iria à fase de grupos da Libertadores; se eliminado posteriormente, herdaria uma vaga na Copa Sul-Americana, conforme normas da Conmebol.

Gigantesco. Prejuízo não ter calendário internacional, nem mesmo a Sul-Americana. Vai demorar para reverter.

Rogério Ceni - técnico do Bahia

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O impacto financeiro imediato é expressivo. Ao não avançar na fase preliminar, o Bahia deixou de receber cerca de US$ 600 mil em premiação — aproximadamente R$ 3,08 milhões. A ausência na fase de grupos representou uma perda adicional de US$ 1 milhão, equivalente a cerca de R$ 5,15 milhões. Somadas, as receitas não obtidas poderiam chegar a R$ 8.230.000.

A eliminação também influencia diretamente o ambiente esportivo do clube. Com o calendário reduzido à fase decisiva do Campeonato Baiano, ao Campeonato Brasileiro e à Copa do Brasil, cresce a expectativa da torcida por desempenho mais consistente ao longo do ano.

Em 2025, o técnico Rogério Ceni chegou a relacionar oscilações decisivas da equipe ao calendário “inchado”, argumento que perde força diante de uma agenda mais enxuta em 2026.

Além das perdas financeiras já consolidadas, a ausência em torneios internacionais reduz a projeção de receitas ao longo da temporada, afetando planejamento esportivo, visibilidade e potencial de arrecadação previsto para 2026.

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Bahia libertadores Rogério Ceni

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