SÉRIE A
"Estamos a um ponto da primeira parte", valoriza Jair Ventura
Técnico do Vitória comentou sobre o empate com a Chapecoense

Além de ter destacado a "resposta" do Esporte Clube Vitória mesmo jogando com um homem a menos diante da Chapecoense, no domingo, 5, na Arena Condá, Jair Ventura valorizou a conquista de um ponto no duelo válido pela 10ª rodada da Série A. O Leão da Barra foi vazado já na reta final, mas reagiu em seguida e empatou por 1 a 1.
Em entrevista coletiva, Jair iniciou sua fala destacando a campanha do Vitória. Apesar da equipe ocupar momentaneamente a 14ª colocação da tabela, o treinador rubro-negro relembrou sobre o compromisso atrasado contra o Botafogo e a curta distância para a primeira metade da classificação.
"A gente está na briga. Com uma vitória nós poderíamos terminar em sétimo, oitavo. Estamos apenas um ponto da primeira parte da tabela, lembrando que a equipe do Vitória tem um jogo a menos ainda", ressaltou.
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De acordo com Ventura, o Vitória começou a partida no sul do país sendo superior e detalhou chances criadas antes e depois da expulsão de Edenilson, que trouxe um novo roteiro.
"Começamos o jogo melhor, temos uma chance logo com [Renato] Kayzer de cara, depois umas três, quatro finalizações, a gente conseguindo controlar bem. Ramon faz uma linda jogada, o goleiro fez grande defesa. O [Lucas] Arcanjo praticamente não fez nenhuma defesa. Mesmo com um a menos, a gente tem uma chance clara com o [Anderson] Pato, uma chance clara com o Cacá, o goleiro faz uma bela defesa também. Outra chance com o Pato, de repente se ele faz o passe, encontrava o Erick do outro lado, mais um belo chute do Ramon, vê quantas chances claras nós tivemos de gol", indicou.
Jair Ventura falou sobre a "imposição" da Chapecoense na reta final, que também precisava do resultado para sair da má fase e deixar a zona de rebaixamento. No entanto, ele destacou a "reação" do time rubro-negro ao conseguir o empate com 10 jogadores, além de relembrar um velho problema "sanado" nesta partida.
"A gente não tem bola de cristal, mas provavelmente teria um jogo mais tranquilo como estava sendo no primeiro tempo, é só a gente lembrar como é que foi o jogo. Lógico, com o jogador a menos por 70 minutos, o mandante precisando resultado, vindo de um resultado ruim, consegue o gol. A gente falou muito de ter sofrido gols sobre gols e conseguimos sanar esse problema. Não só isso, como o poder de reação. Mesmo com o jogador menos, a gente consegue um empate", avaliou.
Pelas circunstâncias, com um jogador a menos por 70 minutos, conseguimos um ponto importante fora.
Melhorar ainda é preciso?
Diante de chances perdidas e erros técnicos dos atletas, o técnico de 47 anos também reconheceu a necessidade de "minimizar erros para ter regularidade". No entanto, voltou a enaltecer a campanha no Brasileirão.

"Mesmo com tantas coisas para evoluir, estamos a um ponto da primeira parte da tabela e com um jogo a menos. Claro que queremos melhorar, podemos ser melhores, vamos ter pouco tempo para correções, mas vamos ajustar as coisas. Mesmo quando ganha tem o que corrigir. Nós somos exigentes para termos uma boa posição na Série A", concluiu.
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