POLÍCIA
Encontro por aplicativo termina em sequestro e ameaça a familiares
O caso aconteceu em Salvador e os suspeitos utilizaram dados bancários da vítima


Um homem foi sequestrado e mantido em cárcere privado após marcar um encontro por meio de um aplicativo de relacionamento, em Salvador.
O crime aconteceu no dia 25 de agosto, na Avenida Octávio Mangabeira, no bairro da Boca do Rio. Um suspeito foi preso na terça-feira, 29.
Vítima foi levada para área de mata
Segundo a Polícia Civil, após o encontro na orla de Salvador, a vítima foi levada pelos suspeitos para uma área de mata, onde permaneceu sob controle do grupo.
Durante o período em que ficou em poder dos criminosos, os suspeitos teriam utilizado os dados bancários da vítima para realizar transferências e compras. Familiares também foram ameaçados e os criminosos exigiram dinheiro.
A vítima foi abandonada posteriormente nas proximidades da estação de metrô Bom Juá, onde conseguiu pedir ajuda.
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Suspeito foi preso no baixo sul
O homem preso foi identificado como Eginaldo de Jesus Santos, de 39 anos. Ele foi localizado no município de Presidente Tancredo Neves, no baixo sul da Bahia.
De acordo com a polícia, Eginaldo estava com um carro que teria sido utilizado durante o crime. O veículo, de cor cinza, apresentava sinais de adulteração e circulava com uma placa diferente da registrada no dia do sequestro.
Arma e materiais são apreendidos
Durante a prisão, os policiais apreenderam uma pistola municiada com 12 cartuchos, um carregador, um celular, placas de veículos e outros materiais.
Dentro do carro, foram encontradas abraçadeiras de nylon, fitas adesivas e uma sacola com diversas peças de roupa. O material foi encaminhado para a investigação.
Polícia procura outros suspeitos
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar e localizar outras pessoas que podem estar envolvidas no crime.
Os investigadores também apuram a origem do veículo utilizado na ação e tentam esclarecer toda a dinâmica do sequestro. A polícia ainda verifica se o grupo pode ter participação em outros crimes semelhantes.


