SEGURANÇA
Força Penal Nacional chega a Salvador após caso Thamiris e sequestro em shopping
Crimes foram ordenados por criminosos que estão dentro da prisão

Salvador passará a contar com a atuação da Força Penal Nacional, após dois crimes ordenados do Conjunto Penal da Mata Escura, identificados em menos de uma semana. A autorização do Ministério da Justiça e Segurança Pública foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira, 19.
O que aconteceu?
As ações criminosas foram o assassinato da adolescente Thamiris Pereira, de 14 anos, e o sequestro de três mulheres dentro do estacionamento do Salvador Shopping.
De acordo com a portaria, o objetivo do emprego da força de segurança é treinar e capacitar a polícia penal atuante na capital baiana.
Inicialmente, a expectativa é de que os profissionais atuem na cidade durante 90 dias. O número de profissionais disponibilizados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, não foi confirmado, mas observará o planejamento definido de forma conjunta pelos entes envolvidos na operação.
Além disso, a operação contará com apoio logístico e a supervisão dos órgãos de administração penitenciária de segurança pública, nos termos do convênio de cooperação firmado entre as partes.
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Relembre casos ordenados da prisão
Thamiris Pereira
O homem apontado pela polícia como o mandante da morte da adolescente Thamiris dos Santos Pereira, de 14 anos, foi identificado como Davi de Jesus Ferreira, de 32 anos, preso desde o dia 20 de fevereiro por violência doméstica.
Davi teria ordenado a execução da jovem de dentro da prisão, após suspeitar que Thamiris o teria denunciado à Polícia Militar por agressões contra a ex-companheira.
Sequestro no Salvador Shopping
Emile Kezia Oliveira foi presa durante a operação que resultou no resgate de três vítimas mantidas em cativeiro em Salvador. Ela é companheira de um homem atualmente custodiado no sistema prisional baiano, que também é apontado como possível participante do planejamento do crime, mesmo estando detido.
Pedro Vitor, conhecido como “Mister” e apontado como integrante da facção criminosa Bonde do Maluco (BDM), teria atuado diretamente no planejamento do sequestro, por meio de chamadas de vídeo.
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