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HOMICÍDIO OU DEFESA?

Homem é morto por comerciante ao cobrar Pix feito por engano

Vítima transferiu R$950 por engano e comerciante não conseguiu devolver porque conta estava negativa

Andrêzza Moura
Por
Francisco (esq.) alegou legítima defesa ao matar Inácio
Francisco (esq.) alegou legítima defesa ao matar Inácio - Foto: Reprodução

Um desentendimento envolvendo uma transferência equivocada de Pix terminou em morte, na noite da quinta-feira, 20, no bairro Quinze de Maio, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, no Mato Grosso. Inácio Terpilowalki Neto, de 44 anos, foi atacado a facadas pelo proprietário de um comércio, de 54.

Segundo relatos da Guarda Municipal, Inácio havia transferido R$ 950 por engano para a conta do comerciante, mas a devolução não foi possível porque a conta estava negativa e parte do valor havia sido automaticamente descontada pelo banco. O comerciante afirmou que, antes do ataque, familiares de Inácio o agrediram com pedaços de madeira e que usou a faca para se defender.

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Após as agressões, os homens foram levados ao Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande, onde Inácio morreu. A Guarda Municipal foi acionada pelos seguranças da unidade de saúde. No local, familiares de Inácio tentaram invadir a unidade de saúde após a confirmação do óbito, quebrando uma porta de vidro do pronto-socorro.

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O suspeito, de prenome Francisco, recebeu atendimento médico e, em seguida, foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde foi preso em flagrante por homicídio. A arma do crime foi entregue pelo próprio suspeito e apresentada às autoridades como prova. As informações são do G1.

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