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Japinha do CV tinha foto com roupa de guerra e fuzil antes de morrer

“Musa do crime” era considerada uma figura de confiança dos principais líderes do tráfico

Gustavo Zambianco
Por
Traficante "Japinha do CV" tirou foto com roupa de guerra antes de ser morta
Traficante "Japinha do CV" tirou foto com roupa de guerra antes de ser morta - Foto: Reprodução | Redes Sociais

Vestida com uma roupa de guerra, empunhando um fuzil e sem mostrar o rosto, esse foi o último registro da “Japinha do CV” em vida. Ela foi morta durante uma troca de tiros que aconteceu durante a megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) no Rio de Janeiro.

“Penélope” ou “Japinha” como era conhecida a traficante, foi morta com um tiro na cabeça durante a megaoperação do Governo do Rio de Janeiro contra o CV nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, na terça-feira, 28.

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Ela era considerada uma figura de confiança dos principais líderes locais do tráfico, ela recorrentemente postava fotos ostentando armas em suas redes sociais. Ela tinha a função de proteger rotas de fuga e defender pontos estratégicos de vendas de drogas.

Penélope ou "Japinha do CV" posou com roupa de exército e fuzil
Penélope ou "Japinha do CV" posou com roupa de exército e fuzil - Foto: Reprodução | Redes Sociais

Pedido dos familiares

Nesta quarta-feira, 29, familiares de Penélope se manifestaram por meio de suas redes sociais, pedindo que as imagens da mulher morta não fossem divulgadas, pois a exposição tem causado profundo sofrimento aos parentes.

Familiares da "Japinha do CV" pediram para que as pessoas não compartilhas fotos dela
Familiares da "Japinha do CV" pediram para que as pessoas não compartilhas fotos dela - Foto: Reprodução | Redes Sociais

Seu corpo foi encontrado próximo a um dos acessos principais da comunidade, após horas de um intenso tiroteio. De acordo com relatos, Penélope havia resistido à abordagem e abriu fogo contra os policiais, que revidaram e a atingiram fatalmente na cabeça.

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Operação letal

A morte da “Japinha do CV” aconteceu em uma das operações mais letais da história do Rio de Janeiro. De acordo com o Palácio Guanabara, a ação mobilizou 2,5 mil agentes de várias corporações, como:

  • Polícia Civil;
  • Polícia Militar;
  • unidades especiais.

O objetivo da operação era conter o avanço territorial do Comando Vermelho e desarticular sua base logística.

Número de mortos

Em coletiva, a cúpula da segurança do Rio de Janeiro atualizou o número de mortos em meio a operação, sendo 4 policiais e 117 suspeitos.

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