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“Japinha não existe”, diz jovem associada a traficante em megaoperação

Maria Eduarda foi dada como morta após boatos nas redes sociais

Victoria Isabel
Por
Mistério envolvendo "Japinha do CV" chegou ao fim
Mistério envolvendo "Japinha do CV" chegou ao fim - Foto: Reprodução/Redes Sociais

Parece que o mistério envolvendo "Japinha do CV" chegou ao fim. Após rumores sobre sua suposta morte durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, a influenciadora Maria Eduarda, conhecida como “Penélope”, reapareceu nas redes sociais para negar os boatos.

Ela também refutou a associação ao apelido “Japinha do CV”, que circulou nas redes e em grupos de policiais após a operação. “Essa tal de Japinha que estão falando aí... não sou eu. Essa menina não existe. Japinha não existe”, declarou.

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Maria Eduarda disse ainda que tem tentado se distanciar de situações relacionadas ao seu passado. “Tenho minha vida, minha história. Tem coisas da minha vida que eu prefiro deixar no passado, e que eu não levo mais pra minha vida hoje em dia”, afirmou.

Confira pronunciamento:

Verdadeira "Japinha"

A verdadeira Japinha apareceu nas redes sociais. Em um vídeo que rapidamente viralizou, a mulher contou que abandonou a vida do crime e, atualmente, está focada em sua gravidez. “Eu sempre deixei claro, desde o início da minha gravidez, que abri mão de tudo. Hoje em dia, o meu foco realmente é no meu filho”, afirmou.

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Ainda na publicação, ela disse que, no crime, era conhecida como “Bibi” e esclareceu que estão confundindo seu antigo apelido com o de Penélope, além de utilizarem fotos suas de forma indevida.

“Meu apelido nunca foi Japinha. Até estranhei bastante, mas meu apelido nunca foi esse”, destacou.

Ela também pediu para que respeitem seu momento: “Voltaram à tona algumas fotos minhas, o que pode acontecer, pois é o meu passado, e meu passado me condena. [...] Me deixem em paz, para que eu possa ter uma boa gestação e meu filho possa ter uma boa criação.”

De quem era o corpo?

A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que o corpo inicialmente atribuído à mulher era, na verdade, de um traficante baiano morto durante a megaoperação que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, no último dia 28.

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Tags

Comando Vermelho Japinha do CV megaoperação Rio de Janeiro

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