POLÍCIA
Quem era Cláudia Félix, advogada morta dentro de casa no interior da Bahia
Advogada de 51 anos foi assassinada dentro de casa


A advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, assassinada na manhã deste sábado, 26, em Itororó, no médio sudoeste da Bahia, atuava na área jurídica com consultoria em diferentes especialidades do Direito e mantinha forte presença nas redes sociais, onde reunia mais de 12 mil seguidores.
Conhecida na cidade pela atuação profissional, Cláudia prestava atendimento em áreas como Direito Civil, Direito do Consumidor e Direito da Família, entre outras demandas jurídicas.
Atuação profissional e presença nas redes
Em seus canais de divulgação, a advogada oferecia serviços de consultoria jurídica para diferentes tipos de processos. No Instagram, perfil que acumulava mais de 12 mil seguidores, ela mantinha a frase: “Filha do Pai Poderoso. Nem melhor, nem pior, apenas diferente” na biografia.
OAB-BA cobra apuração rigorosa
A morte da advogada levou a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) a se manifestar oficialmente. Em nota conjunta com a Subseção de Itapetinga, a entidade lamentou o assassinato, afirmou receber o caso com “profundo pesar e indignação” e cobrou uma investigação rápida e rigorosa.
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A OAB-BA informou ainda que acompanha o andamento das investigações por meio da Procuradoria Jurídica e de Prerrogativas, reforçando a expectativa de que os responsáveis sejam identificados.
Relembre o caso
Cláudia Félix de Oliveira foi morta a tiros dentro da casa onde morava, na Rua Odilon Pompilho, nas proximidades do Parque de Vaquejada, em Itororó.
Segundo a Polícia Civil, três homens armados invadiram o imóvel e efetuaram os disparos contra a advogada. Após o crime, os suspeitos fugiram e, até a publicação desta reportagem, não haviam sido identificados.
A Polícia Militar informou que equipes da 8ª Companhia Independente (CIPM/Itororó) encontraram a vítima caída no interior da residência com ferimentos provocados por arma de fogo. O óbito foi confirmado por um médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), enquanto o Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a perícia e a remoção do corpo.
O homicídio é investigado pela Delegacia Territorial de Itapetinga, que busca esclarecer a motivação do crime e identificar os autores.


