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REAÇÃO

Banco Master: Fachin promete agir no caso "doa a quem doer"

Edson Fachin analisou as críticas ao Judiciário por causa das investigações sobre o banco

Yuri Abreu
Por
Após o voto do ministro, a sessão foi suspensa
Após o voto do ministro, a sessão foi suspensa - Foto: Carlos Alves Moura | SCO | STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, fez uma promessa acerca das investigações do caso Banco Master na Corte e em meio a crise entre o presidente Lula (PT) e o ministro do Supremo, Dias Toffoli.

Recentemente, o chefe do Executivo se queixou da conduta quem vem sendo adotada pelo magistrado e chegou a sugerir que Toffoli peça renúncia do cargo ou se aposente.

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Diante da escala de pressões contra o STF, Fachin garantiu que atuará no caso do Master se houver “necessidade” e afirmou que eventuais questionamentos sobre investigação podem ser analisados pela Segunda Turma da Corte — o qual Dias Toffoli faz parte.

“Como presidente do tribunal, não posso antecipar juízo sobre circunstâncias que eventualmente serão apreciadas pelo colegiado. Parte do que foi mencionado envolve atos não jurisdicionais. Mas uma coisa é certa: quando for necessário atuar, eu não vou cruzar os braços. Doa a quem doer”, afirmou Fachin.

Críticas à Corte

O ministro comentou as críticas sobre a nota divulgada por ele em que afirmou que o STF “não se curva a ameaças ou intimidações” e pareceu ameaçar a imprensa, que realiza a cobertura do caso, ao dizer que “quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade, a fim de provocar o caos e a diluição institucional, está atacando o próprio coração da democracia constitucional e do Estado de direito”.

Na entrevista, Fachin teve outro comportamento. “Nada está imune à crítica, nem o Supremo, nem qualquer um de seus ministros. As interpretações da nota são legítimas, sejam elas quais forem”, disse o ministro.

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Banco MAster Dias Toffoli edson fachin Lula STF

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