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Bolsonaro nega "mesada" para Eduardo: "Não tenho mais dinheiro"

Ex-presidente afirma que já mandou R$ 2 milhões para deputado licenciado se manter nos Estados Unidos

Da Redação
Por Da Redação
Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro
Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro - Foto: Beto Barata / PL

Mesmo tendo declarado um patrimônio milionário em 2022, quando se reelegeu para a Câmara Federal, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro continua recebendo "mesada" do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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Ou pelo menos, recebia, já que segundo Jair, a fonte secou e não há mais dinheiro para mandar para o deputado, que está morando nos Estados Unidos desde março após alegar perseguição política do Judiciário brasileiro, já que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analisava um pedido de retenção do passaporte dele.

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“Já mandei R$ 2 milhões, eu não tenho mais. O dinheiro está acabando”, declarou o ex-presidente à imprensa nesta quinta, 17.

O recurso seria destinado para que Eduardo se mantenha nos EUA, de onde tem articulado sanções contra o governo brasileiro, como por exemplo a decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de taxar em 50% todos os produtos exportados pelo Brasil.

Perda de mandato

O deputado corre ainda o risco de perder seu mandato, já que só pode faltar 44 sessões parlamentares, o que representa cerca de 5 meses. Como foi para os EUA em março, Eduardo pode perder a posição já no mês que vem.

Internamente, o PL estuda uma manobra que permita a renovação da licença do deputado e evite a perda do mandato.

A atuação de Eduardo para a execução do "Tarifaço" também pode acarretar na sua cassação, já que um pedido de abertura de investigação criminal e a decretação da prisão preventiva do deputado, foi protocolado pelo PSOL junto à Procuradoria-Geral da República (PGR).

De acordo com o PSOL, o filho 03 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teria atuado pessoalmente em uma campanha internacional para “sabotar o Brasil”, incentivando parlamentares norte-americanos a adotarem sanções contra autoridades brasileiras e incitando Trump a retaliar economicamente o país

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