CÂMARA DE SALVADOR
Bruno Reis define apoio para sucessão de Carlos Muniz na Câmara
Segundo o prefeito de Salvador, o nome do vereador Alexandre Aleluia é consenso



O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), declarou apoio neste domingo, 25, ao vereador Alexandre Aleluia (Novo) para a presidência da Câmara Municipal de Salvador.
Em conversa com a imprensa, Bruno afirmou que o nome do vereador é de “consenso” entre os parlamentares da base para suceder o atual presidente da Casa, Carlos Muniz (PSDB), a partir de 2027.
A dificuldade neste momento, segundo o prefeito, é conseguir o apoio dos vereadores da oposição.
“Alexandre construiu praticamente a unanimidade na base. Os nomes restantes vamos tentar dialogar para que estejamos juntos. Ele tem também o desafio de tentar buscar o apoio da oposição e pacificar todo o Legislativo”, disse.
Bruno deu a declaração a jornalistas na chegada ao Sartre Escola SEB Itaigara, onde votou neste segundo turno das eleições de 2026.
A manifestação ocorre após Alexandre Aleluia oficializar o apoio de 23 dos 43 parlamentares da Casa.
A articulação foi selada na última sexta-feira, 23, durante um encontro na sede do União Brasil, com a participação de lideranças de nove legendas: União Brasil, PP, PSDB, Cidadania, PL, DC, PRD, PDT e Novo.
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Carlos Muniz impedido de assumir o terceiro mandato
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, barrou uma liminar que abria caminho para que Carlos Muniz fosse reeleito para um terceiro mandato como presidente da Câmara em fevereiro do próximo ano.
Na decisão, Gilmar negou um pedido do PDT que buscava permitir que o vereador disputasse um terceiro mandato consecutivo à frente da Câmara de Salvador.
O partido argumentou no STF que Muniz assumiu a Presidência pela primeira vez no biênio 2023-2024, após a renúncia do então presidente, Geraldo Júnior (MDB).
A mudança ocorreu por sucessão automática, conforme previsto no regimento interno da Câmara, e não por eleição direta para o cargo.
Gilmar, porém, destacou que Muniz permaneceu na Presidência durante todo o biênio 2023-2024 e, em seguida, foi eleito para comandar a Mesa Diretora no período de 2025-2026, que também cumpriu integralmente.


