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EMENDAS DE RELATOR

Calendário eleitoral pressiona votação do Orçamento Secreto no STF

Caso relatado pelo ministro Flávio Dino deve ser analisado antes de abril

Redação
Por Redação
Imagem ilustrativa da imagem Calendário eleitoral pressiona votação do Orçamento Secreto no STF
Foto: Agência Brasil/Lula Marques

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar ainda no primeiro semestre deste ano o principal processo sobre o Orçamento Secreto, que envolve as chamadas emendas de relator. Relatado pelo ministro Flávio Dino, o caso é considerado central no conjunto de investigações sobre possíveis desvios de recursos parlamentares.

Segundo a coluna de Ana Flor, do portal g1, ministros defendem que o julgamento ocorra antes do início do prazo de desincompatibilização, que começa em abril para quem pretende disputar cargos nas eleições de outubro.

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A avaliação é que uma decisão próxima ao período eleitoral pode afetar diretamente parlamentares candidatos, já que o processo trata de práticas que envolveram bilhões de reais do Orçamento da União e pode gerar questionamentos sobre eventuais impactos eleitorais da decisão.

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Orçamento Secreto é inconstitucional

Em dezembro de 2022, o STF declarou o Orçamento Secreto inconstitucional. À época, o Congresso Nacional prometeu ampliar a transparência na destinação das emendas, mas os mecanismos de controle e prestação de contas seguem considerados insuficientes. Em 2026, esses recursos devem alcançar cerca de R$ 50 bilhões.

Mesmo após a edição de novas resoluções e regras internas pelo Legislativo, o Supremo avaliou que as mudanças não foram suficientes para sanar falhas na fiscalização e no controle dos repasses.

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congresso nacional eleições 2026 emendas parlamentares Flávio Dino STF Orçamento Secreto

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