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Deputado minimiza saída de Coronel do governo: "Não impacta"

Parlamentar diz que movimento é comum nas eleições

Yuri Abreu e Gabriela Araújo
Por Yuri Abreu e Gabriela Araújo
Deputado federal Daniel Almeida (PCdoB) e senador Angelo Coronel (PSD)
Deputado federal Daniel Almeida (PCdoB) e senador Angelo Coronel (PSD) - Foto: Yuri Abreu | Ag. A TARDE | Andressa Anholete | Ag. Senado

A ruptura do senador Angelo Coronel, que postula sua candidatura à reeleição, com o PSD ainda é tratada, por alguns do grupo governista, como uma mera especulação. Nesse sentido, o deputado federal Daniel Almeida (PCdoB) diz que o grupo governista permanece trabalhando para convencer o congressista do contrário.

“O objetivo é sempre manter o grupo unido e cada vez mais forte. Essa possibilidade de saída do Coronel é óbvio que é indesejada, nós não trabalhamos por isso, não desejamos isso”, iniciou o comunista após o questionamento do Portal A TARDE nesta sexta-feira, 6.

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Para Almeida, a saída do pessedista não impacta a organização do grupo, e na possível vitória do governador Jerônimo Rodrigues (PT) nas urnas eletrônicas, em outubro.

“Não acredito que essa modificação da posição do Coronel, que nós não desejamos, esperamos que ele mantenha do lado de cá. Mas, se for, acho que faz parte dessa composição, desse cenário, não há um impacto que desequilibre a correlação de forças que está imposta hoje”.

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O parlamentar ainda lembrou que os rompimentos de aliados com o governo é um comportamento já esperado pelos caciques, pois, o movimento se repete em todo ano eleitoral.

“Mas, todas as eleições na Bahia, teve esse tipo de dificuldade. Em determinado momento, foi o MDB que saiu, depois verificou que não foi um bom movimento e retornou para base. Em determinado momento, foi o vice-governador, em um partido que era o segundo partido mais relevante que saiu também, não conseguiu produzir o resultado que ele achou que produziria”, disse ele.

PCdoB traça meta ousada para eleições de outubro na Bahia

O PCdoB, que faz parte da Federação Brasil da Esperança, junto com PT e PV, definiu como meta a expansão de cadeiras na bancada baiana da Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) nas eleições de outubro. A informação foi obtida pelo Portal A TARDE em conversas recentes.

A meta, de acordo com os nomes consultados, é emplacar três deputados federais, mesmo em um cenário em que a sigla precisa 'dividir' votos com petistas e verdes. Além de Alice Portugal e Daniel Almeida, deputados federais que tentarão a reeleição, a deputada estadual Olívia Santana também será candidata a uma cadeira em Brasília.

Para a Alba, a meta é fazer novamente quatro deputados estaduais. Na ausência de Olívia, que vai tentar ir para Brasília, o partido em nomes como Wensceslau Júnior, que recuou da candidatura à Câmara dos Deputados nas eleições de 2022.

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Angelo Coronel eleições Política

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