DEFENDEU!
Homenagem a Lula vira polêmica e senador reage: "Desespero"
Líder do governo diz que iniciativa de escola de samba é "absolutamente legítima"

Por Edvaldo Sales e Gabriela Araújo
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A homenagem ao presidente Lula (PT) realizada pela Acadêmicos de Niterói, na Sapucaí, rendeu várias polêmicas, incluindo as fortes reações da oposição, que chegou a questionar o movimento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Diante disso, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT), classificou nesta quarta-feira, 18, as críticas como "desespero" e descartou qualquer tipo de influência do governo no desfile da escola de samba.
"Eu acho que é desespero. Não houve nenhuma influência do governo, não houve nenhum pedido do governo. Foi uma ideia, talvez, até de algum carnavalesco que foi beneficiado por algum programa social dos dois primeiros governos do presidente Lula. [...]", disse Wagner à imprensa, após coletiva de imprensa, no Camarote da Polícia Militar, em Ondina.
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Para o congressista, a iniciativa da escola de samba é "absolutamente legítima" e partiu de uma decisão da própria agremiação.
"Então, é a liberdade de expressão. Não é a primeira vez. Assim como podemos homenagear um artista, como foi uma homenagem a Ney Matogrosso, em vários momentos a outros, se faz uma homenagem a um ser humano que é ímpar", complementando:
"A história de Lula é ímpar. O filho de Dona Lindu é reconhecido até pela imprensa internacional que o coloca no panteão como um dos maiores políticos da atualidade. [...]".
Neste ano, a Acadêmicos de Niterói escolheu o samba-enredo "Do Alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil" para contar a trajetória do presidente Lula.
Veja a passagem de Lula no carnaval carioca
Uma noite inesquecível na Sapucaí. Niterói, Imperatriz, Portela e Mangueira: Quatro escolas e uma só emoção. Quanta criatividade e talento juntos na avenida. Foi lindo. Obrigado, Rio!
— Lula (@LulaOficial) February 16, 2026
🎥 @ricardostuckert pic.twitter.com/1gr6LDflyQ
O petista ainda lembrou que, durante o período eleitoral, qualquer movimentação pode virar munição para a oposição.
"Eu acho que faz parte do ano eleitoral tudo o que alguém fizer, o adversário vai dizer que está errado ou com defeito, ai é tentar achar cabelo em ovo", concluiu.
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