GARANTIA
Muniz diz que projeto contra Kiss & Fly será votado antes do recesso
Presidente da Câmara de Salvador, foi um dos participantes do projeto "Diálogos que Transformam"


Apesar de não cravar uma data, o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), garantiu que o projeto de lei de sua autoria que prevê o fim do sistema Kiss & Fly no Aeroporto de Salvador será votado ainda neste mês.
“Pode ter certeza que o projeto será votado, será aprovado e eu tenho certeza que o prefeito de Salvador irá sancionar o projeto. Deve ser votado realmente antes do recesso. Nós temos vários projetos para serem votados antes do recesso, como a LDO e alguns outros projetos executivos. Pode ter certeza que todos os projetos que beneficiaram a população de Salvador que tiverem passado pelas comissões irão ser votados, inclusive esse”, afirmou Muniz em entrevista ao portal A TARDE, nesta segunda-feira, 1º.
O tucano foi um dos participantes da primeira edição do projeto "Diálogos que Transformam", evento fruto de parceria do Grupo A TARDE e Associação Comercial da Bahia (ACB), realizado no Bistrot Trapiche Adega, no bairro do Comércio, em Salvador,
Da forma que está sendo feito, a população de Salvador está sendo prejudicada e pode ter certeza que iremos rever isso aí. Iremos aprovar o projeto para que a população de Salvador tenha ganhos e não prejuízos como está tendo hoje, porque você não tem condições nenhuma de em 10 minutos desembarcar com um passageiro que vá utilizar o aeroporto”
Carlos Muniz, presidente da Câmara de Salvador
A Câmara de Salvador encerra as atividades do primeiro semestre no dia 17 de junho, quando os trabalhos entram em recesso regimental, retornando apenas no início de agosto.
O que é o Kiss & Fly?
A implantação do sistema Kiss & Fly no Aeroporto Internacional de Salvador visa uma cobrança de R$ 18,00 para motoristas que excederem 10 minutos na área de embarque e desembarque.
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O modelo de acesso, controlado por cancelas, não apenas taxa o tempo de permanência, mas estabelece uma estrutura de monopólio que ameaça extinguir a operação do táxi comum no terminal, criando uma lógica de "quem não paga, não trabalha" dentro do serviço público de transporte.


