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SEM PRIVILÉGIOS

PT diz que veto a supersalários expõe diferença entre Lula e Bolsonaro

Secretário do partido, Éden Valadares, elogiou iniciativa do presidente

Ane Catarine
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Éden Valadares
Éden Valadares - Foto: Rafaela Araújo/ Ag. A Tarde

Ao comparar os governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, afirmou nesta quinta-feira, 19, que o veto do presidente aos supersalários simboliza a diferença entre os dois projetos políticos em disputa no país.

Para o dirigente petista, enquanto a gestão anterior teria aprofundado desigualdades, a decisão de Lula de barrar dispositivos que permitiriam pagamentos acima do teto constitucional representa um enfrentamento direto aos privilégios no serviço público e reforça o compromisso com a justiça social.

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Medidas como essa demonstram que o presidente tem compromisso com quem mais precisa. O Brasil não pode ser um país para privilegiados. Precisa ser uma nação mais justa e igualitária. É o Brasil contra os privilégios
Éden Valadares - Secretário do PT

Éden associou o veto a outras pautas defendidas pelo atual governo, como o combate à violência contra as mulheres, o fim da escala 6x1 para os trabalhadores e a Tarifa Zero no transporte público, apontando que todas integram um projeto político voltado à maioria da população.

Ao projetar o cenário eleitoral, o secretário do PT defendeu a continuidade do que chamou de “Governo Lula 3.0” e disse que a atual gestão busca reconstruir o país após um cenário “catastrófico” deixado por Bolsonaro.

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Veto aos supersalários

O presidente Lula sancionou, na terça-feira, 18, com vetos, leis que reajustam salários e reestruturam gratificações de servidores da Câmara dos Deputados, do Senado e do Tribunal de Contas da União (TCU).

Os vetos atingem trechos que previam os chamados “penduricalhos”, mecanismos que poderiam permitir pagamentos acima do teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46,3 mil.

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Tags:

congresso nacional governo Lula Jair Bolsonaro supersalários Teto constitucional

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