REFORÇAR A ALIANÇA?
Tarcísio de Freitas visita Bolsonaro na Papudinha pela primeira vez
Encontro ocorre após governador cancelar visita da semana passada

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visita o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira, 29, no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), conhecido como Papudinha, em Brasília.
Será a primeira visita de Tarcísio a Bolsonaro na penitenciária. O último encontro entre os aliados ocorreu em agosto do ano passado, quando o ex-presidente cumpria prisão domiciliar.
A visita havia sido inicialmente marcada para a semana passada, mas foi cancelada após declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, sobre o teor do encontro.
O filho de Bolsonaro afirmou que o pai diria a Tarcísio que ele deveria priorizar a reeleição em São Paulo e que uma candidatura presidencial estaria “descartada”. A fala gerou mal-estar no entorno do governador, que interpretou como um “enquadramento público”.
Horas depois, Tarcísio desmarcou a visita, alegando compromissos no estado. Desde então, Flávio passou a tratar o encontro como uma conversa pessoal entre amigos.
Na mesma semana, no entanto, Tarcísio confirmou que será candidato à reeleição e que irá trabalhar muito pela campanha de Flávio.
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Horário da visita
A visita de Tarcísio a Bolsonaro, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), está prevista para ocorrer das 11h às 13h e seguirá as regras da penitenciária onde Bolsonaro cumpre pena.
Tarcísio recebeu Carlos Bolsonaro em encontro fora da agenda
Na quarta-feira, 28, Tarcísio de Freitas recebeu o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) no Palácio dos Bandeirantes, em um encontro fora da agenda oficial.
A visita, realizada às vésperas do encontro de Tarcísio com Jair Bolsonaro, foi interpretada como mais um gesto de aproximação com a família do ex-presidente após o mal-estar.
Nas redes sociais, Carlos afirmou que a ida a São Paulo teve o aval da família, incluindo consulta prévia ao pai e aos irmãos, e que o objetivo era “dar um abraço” no governador, a quem se referiu como “eterno ministro”.
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