REFORÇO
Bruno Reis anuncia nova policlínica municipal em parceria com governo federal
Equipamento de saúde vai ser erguido às margens da Avenida 29 de Março


O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), anunciou que as obras de construção de uma nova policlínica municipal vão ter início na próxima segunda-feira, 29. O equipamento de saúde vai ser erguido às margens da Avenida 29 de Março, sendo viabilizado por meio de uma parceria entre o município e o governo federal, com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Para a execução do projeto, a administração municipal ficou responsável pela desapropriação do terreno e vai assumir o custeio da operação da unidade.
A contrapartida federal vai se dar por intermédio do repasse de parte dos recursos destinados à construção da infraestrutura.
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De acordo com o prefeito, a unidade visa descentralizar o atendimento e desafogar o sistema de saúde da capital.
"É mais um equipamento importante para atender a família de Salvador, as pessoas de Salvador com consultas especializadas e exames, com isso oferecendo um serviço de saúde ainda melhor", declarou o gestor durante agenda nesta sexta-feira, 26.
A nova policlínica vai ampliar a oferta de exames de média e alta complexidade e consultas com especialistas para a população da região.
Valor da obra
A empresa Holtz Engenharia venceu a licitação e é a responsável por erguer a Unidade da Atenção Especializada em Saúde da capital baiana.
Com um contrato fechado no valor de R$ 27,3 milhões, a empreiteira não apenas vai executar a obra, mas também assumir a elaboração dos projetos executivos, o desenvolvimento das peças orçamentárias e a aprovação dos projetos junto aos órgãos reguladores.
O terreno tem pouco mais de 7 mil m², localizado na Avenida 29 de Março, na região do bairro de Jaguaripe.
Desapropriação
O avanço do projeto ocorre meses após o decreto assinado pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil), em novembro do ano passado, que declarou o terreno de utilidade pública para fins de desapropriação.
Pelo acordo firmado na época, a Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz) recebeu o aval para conduzir a desapropriação de forma amigável com os antigos proprietários.
O decreto municipal também previa que, caso as negociações precisassem ser resolvidas na Justiça, a Procuradoria Geral do Município (PGM) estaria autorizada a mover uma ação judicial, inclusive solicitando o regime de urgência no processo para evitar atrasos no cronograma da saúde municipal.


