POLITICA
A dez dias do 2º turno, ministro de Lula entra de férias
No entanto, ministro-chefe da Secom, Sidônio Palmeira, seguirá trabalhando



A dez dias do segundo turno das eleições presidenciais, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Sidônio Palmeira, entrou de férias para se dedicar integralmente à campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O afastamento foi formalizado em uma edição extra do Diário Oficial da União. Embora o período de férias tenha começado na terça-feira, 13, o ministro deixa temporariamente suas funções no governo para concentrar a atuação na estratégia de comunicação eleitoral.
Atuação na campanha
Mesmo antes do afastamento formal, Sidônio Palmeira já participava da condução do marketing da campanha petista. Segundo informações sobre a organização da comunicação eleitoral, o ministro vinha orientando as estratégias por meio de Raul Rabelo, nome indicado por ele.
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Com a proximidade da votação, o afastamento permite que Sidônio se dedique exclusivamente às ações da campanha na reta final da disputa.
Samara Castro assume a Secom
Durante o período de férias, a secretária-adjunta Samara Castro, segunda na hierarquia da Secom, ficará responsável por substituir o ministro.
O afastamento está previsto para terminar em 23 de outubro, dois dias antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.
Ministro baiano aponta favoritismo de Lula: "Presidente vai ganhar"
Ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social do Brasil, Sidônio Palmeira demonstrou confiança sobre o resultado das eleições. No último dia 4 de outubro, dia do primeiro turno, acompanhando o governador Jerônimo Rodrigues (PT), em votação no Colégio Estadual Luis Viana, no bairro de Brotas, em Salvador, o baiano apontou favoritismo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"A tendência está para a gente. Teve só essa movimentação aí no último período, que é o voto útil, mas mesmo assim, eu tenho segurança que a gente sai na frente no primeiro turno. E também não está definido, né? Ninguém é vidente para definir isso uma eleição apertada. Mas eu não tenho dúvida que o presidente vai ganhar, porque ele defende a soberania, porque ele está preocupado com a vida do povo, está do lado do povo", disse Sindônio.


