SIMBOLISMO
Dois de Julho ganha força como palco para presidenciáveis
Em 2022 os principais candidatos ao Palácio do Planalto participaram do ato cívico


O pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), estará presente na celebração da Independência da Bahia, na data cívica de Dois de Julho. A presença dele no cortejo foi confirmada pelo vereador Alexandre Aleluia (Novo), em coletiva nesta quarta-feira, 17.
"Ele vai poder participar de um momento importante para a Bahia, de celebrar a liberdade do nosso estado, e ele poderá vivenciar um pouco esse sentimento baiano que é único. Ele vem para a Bahia, chega dia primeiro, e dia 2 caminhará lá na no desfile", disse o vereador.
Além do ex-governador de Minas Gerais, a festa deve contar com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Se confirmada, esta será a quinta vez seguida que o petista vai participar do evento.
Outros presidenciáveis ainda avaliam a possibilidade de comparecer na celebração. É o caso do senador Flávio Bolsonaro (PL), de Renan Santos (Missão) e do ex-governador de Góias, Romeu Zema (PSD). Os dois primeiros estiveram na Bahia recentemente, enquanto Caiado ainda não pisou os pés no estado depois que se filiou ao PSD, em março.
2022 como referência
O Dois de Julho de 2022 foi bastante agitado em Salvador, uma vez que todos os principais pré-candidatos ao Palácio do Planalto estiveram na capital baiana naquela data, há quatro anos.
Enquanto Lula, Simone Tebet (MDB), Ciro Gomes (PDT) participaram do desfile e percorreram o caminho entre a Lapinha e o Centro Histórico, o então presidente Jair Bolsonaro (PL), que buscava a reeleição, realizou uma motociata na orla da cidade com centenas de apoiadores.
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Capital federal
Na terça-feira, 16, o Senado aprovou o projeto de lei de autoria do deputado federal Leo Prates (Republicanos) que autoriza a transferência simbólica e temporária da capital federal para Salvador no Dois de Julho. Agora, para que a iniciativa se torne possível é necessário a sanção do presidente Lula (PT).
A medida busca reconhecer a importância histórica da data, quando em 1823, as tropas portuguesas foram definitivamente expulsas da Bahia, consolidando a Independência do Brasil iniciada em 7 de setembro de 1822.


